ANDRÉA HADDAD
Após recuar da disputa à presidência do Senado para apoiar o senador mato-grossense Pedro Taques (PDT), o colega de bancada Randolfe Rodrigues (Psol/AP) mudou de ideia e já avisa que é candidato à sucessão de José Sarney (PMDB/AP), em contraposição ao projeto de Renan Calheiros (PMDB/Al) em retornar ao comando da Mesa Diretora da Casa. A informação é da coluna Radar Online, da revista semanal Veja, assinada pelo jornalista Lauro Jardim.
Conforme a publicação, a exemplo de Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN), “Randolfe botará o pé na estrada para fazer campanha: vai a São Paulo procurar a bancada do estado, conversar com Jarbas Vasconcelos no Recife e com Lindbergh Faria, no Rio de Janeiro”.
De acordo com Lauro Jardim, aos que perguntam se Randolfe pensa em retirar o nome da briga para "fechar" com Taques, o senador do Psol emenda: “A discussão não é se vou retirar a candidatura para apoiar quem quer que seja, mas, sim, quem vai sair da disputa para me apoiar. Sou candidatíssimo e em campanha”.
As articulações em torno do nome de Taques à presidência surgiram numa espécie de protesto contra a então chapa única de Calheiros. Entre os principais apoiadores do pedetista estão os senadores do PSDB, liderados por Álvaro Dias (PR).
Até mesmo os peemedebistas Pedro Simon (RS) e Jarbas Vasconcelos (PE) demonstram insatisfação com o partido e interesse na candidatura de Taques. Os tucanos têm certa rejeição a Rodrigues. Álvaro Dias considera que Taques possui bom relacionamento com o grupo da oposição e é preparado para exercer as tarefas do posto.
A eleição está agendada para 1º de fevereiro, às 10h. O último representante do Estado ao conquistar a presidência do Senado foi Filinto Müller, eleito em 1973.
















Sebastião 18/01/2013
O senador Pedro Taques demora muito para colocar seu nome na disputa e com esse "chove, não molha", o senador do PSOL vê caminho livre para aparecer aos holofotes. Não há dúvida que Taques é o melhor nome para presidir o senado e botar ordem na casa. Chega de Sarney, Calheiros, Barbalho e outros "vampiros" da política brasileira.
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