NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
O ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) afirmou, durante a primeira entrevista coletiva em Mato Grosso, na manhã desta segunda-feira (13), que não será candidato na eleição de 2018 para o governo do Estado. O projeto dele é concorrer à reeleição ao Senado.
“Não quero, não pretendo e não voltarei a governar o Estado de Mato Grosso. Esta é uma função para lideranças novas, com muito gás, muita disposição porque no jargão popular: é uma máquina de moer gente", disse Blairo.
“Não quero, não pretendo e não voltarei a governar o Estado de Mato Grosso. Esta é uma função para lideranças novas, com muito gás, muita disposição porque no jargão popular: é uma máquina de moer gente. As demandas são muito grandes e os recursos muito pequenos”, salientou Maggi.
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Blairo ainda acrescentou que há um desgaste pessoal enorme no exercício do cargo de governador. Ele comandou o cargo por dois mandatos consecutivos, entre 2003 e 2010.
“Tenho certeza que depois de dois mandatos, se eu voltar, vai ser um desastre”, acrescenta. “Vou ser candidato a senador e vamos discutir no momento certo”, declarou-se Maggi.
Ele fez questão de frisar que escolheu Cuiabá para a sua primeira entrevista coletiva, após assumir o Ministério da Agricultura, no mês passado. Maggi aproveitou para falar da sua viagem à China, há uma semana. Ele defendeu a abertura de novos mercados para a exportação dos produtos brasileiros.
O senador Cidinho Santos (PR), então suplente de Maggi, acompanhou a entrevista coletiva, que aconteceu no escritório político do progressista, próximo do Centro Político Administrativo (CPA).
Maggi entende o processo de reeleição do governador Pedro Taques (PSDB) como natural. “Uma vez que você é eleito para o primeiro período, é quase como um referendo passar para o segundo período. Não acho que o governador deva abrir mão”, opinou.
Nos bastidores e pelo PP, Maggi é um nome com pontecial para enfrentar o tucano numa eventual disputa ao Palácio Paiguás em 2018.















