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Cuiabá, 14 de Junho de 2026
14 de Junho de 2026

28 de Abril de 2013, 19h:27 - A | A

POLÍTICA / INDEPENDENTE

"O PDT não e um 'puxadinho' do PT", reclama Pedro Taques

Sobre o relacionamento com o staff de Dilma, Taques revela que não tem nenhuma “richa” com ninguém e diz que já visitou duas vezes o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias

JOÃO RIBEIRO



O senador, Pedro Taques (PDT), disse que não teme perder uma eleição, caso fique de fora do bloco de aliança da candidatura à reeleição da presidente da República, Dilma Roussef (PT). Taques afirmou que é independente e lembrou que, em 2010, quando foi eleito senador da República, a coligação da candidatura de Dilma apoiava o grupo de candidatos do governador, Silval Barbosa (PMDB). “Eu não fujo do meu destino, não me preocupo com esse tipo de apoio, me preocupo com o eleitor, para mim, esse é o mais importante”, completou.

Sobre o relacionamento com o staff de Dilma, Taques revela que não tem nenhuma “richa” com ninguém e diz que já visitou duas vezes o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, uma sozinho, e outra, com o prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT), para convida-lo a uma audiência pública, no dia 09 de maio, que vai tratar de uma ferrovia de integração do centro-oeste. 


Para Taques, toda essa questão de alianças políticas será resolvida somente nas convenções dos partidos em 2014, mas qualquer rumo que seu partido possa seguir, apoiando ou não, o grupo da presidente Dilma, será normal um entendimento. De acordo com senador, o PDT não é um “puxadinho” do PT, sendo que está mais ligado ao PSB do que ao PT em várias estados do Brasil.

Fusão do PPS com o PMN

Taques afirmou que não espera perder lideranças políticas do PDT para o novo partido Mobilização Democrático (MD), que foi criado da fusão do Partido Popular Socialista (PPS) com o Partido da Mobilização Social (PMN). O senador explicou que os dois partidos que se juntaram, fazem parte da base aliada do PDT desde 2010. Taques ainda destaca que espera que essa aliança siga em 2014.

Já sobre uma possível mudança para o MD, Taques desconversa, mas explica que irá se reunir nos próximos dias com o prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB) e com o prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (PPS), para ter um posicionamento sobre uma possível troca de partidos.

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Alberto Macedo 29/04/2013

Não acredito, então o nobre senador quer o PDT como puxadinho da privataria tucana?

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1 comentários