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13 de Agosto de 2026, 13h:32 - A | A

POLÍTICA / OPERAÇÃO HERITAGE

Medeiros vê "muita coincidência" em ação da PF contra Mauro e defende trégua em operações em período eleitoral

Candidato ao Senado critica avanço de investigações da Polícia Federal durante o período eleitoral e questiona deflagração da Operação Heritage justamente no dia do registro de candidaturas.

Assessoria

Deputado federal e candidato ao Senado, Medeiros criticou o timing de investigações policiais durante o período eleitoral.

Deputado federal e candidato ao Senado, Medeiros criticou o timing de investigações policiais durante o período eleitoral.

ANA JÁCOMO
DO REPÓRTERMT



O deputado federal e candidato ao Senado José Medeiros (PL) defendeu a proibição de operações policiais contra candidatos nos seis meses que antecedem as eleições. A declaração foi feita à imprensa ao comentar os desdobramentos da Operação Heritage, deflagrada pela Polícia Federal, que teve como alvo seu adversário na disputa pelo Senado, o ex-governador Mauro Mendes (União Brasil), além de pessoas do seu núcleo político e familiar.

Para Medeiros, os órgãos de investigação dispõem de tempo hábil para conduzir diligências fora do calendário eleitoral e argumentou que investigações poderiam ser pausadas sem prejuízo à Justiça. "Ninguém vai morrer se uma operação deixar de ser feita seis meses antes do período eleitoral. Eu penso que teve todo o tempo do mundo e tem todo o tempo do mundo para se fazer todas as operações possíveis antes do período eleitoral", declarou.

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O parlamentar também questionou o momento escolhido para a realização da Operação Heritage, que ocorreu na mesma data em que os candidatos formalizaram o registro de suas chapas na Justiça Eleitoral.

Embora tenha dito que Mendes é seu oponente direto na disputa eleitoral, Medeiros afirmou que a proximidade das datas gera desconfiança. "Em que pese ser meu adversário, é uma operação no dia do registro das candidaturas. É muita coincidência para ser só coincidência".

Na avaliação do candidato, ações policiais deflagradas no calor da campanha geram impactos colaterais que extrapolam a esfera individual do investigado, respingando em toda a coligação e nos partidos aliados.

Segundo ele, o estabelecimento de um limite temporal para esse tipo de intervenção garantiria maior previsibilidade e segurança jurídica ao pleito.

Veja o vídeo:

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Servidor Público 13/08/2026

Sério isso candidato? Que absurdo....

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fabio 13/08/2026

diga que é perseguição, se defenda, mas não nunca peça trégua... que isso deputado... que conversa fiada...

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2 comentários