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12 de Novembro de 2016, 12h:03 - A | A

POLÍTICA / NOMEADO SECRETÁRIO

Maggi diz que Cuiabá ganha 'dois prefeitos' com Wilson no governo Taques

O ministro da Agricultura comentou que as obras de mobilidade são de suma importância para Cuiabá e que quem ganha com isso é a população.

FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO



O ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), afirmou que com o deputado estadual Wilson Santos (PSDB) à frente da Secretaria de Estado das Cidades (Secid) somado a vitória do prefeito eleito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), a capital mato-grossense “ganha dois prefeitos" que destravarão as obras de mobilidade urbana remanescentes da Copa do Mundo de 2014. Na quinta-feira (10), o Governo do Estado oficializou o nome do tucano na pasta para destravar obras como a do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).  

Para Blairo Maggi, Cuiabá terá duas pessoas dedicadas a concluir às obras da Copa iniciadas há mais de dois anos e ainda não entregues ou não entregues na sua totalidade. “Cuiabá agora vai ter dois prefeitos: o prefeito eleito e o prefeito que o governador está indicando para cuidar das obras estaduais aqui dentro. Acho que população ganha com isso”, disse.

“Cuiabá agora vai ter dois prefeitos: o prefeito eleito e o prefeito que o governador está indicando para cuidar das obras estaduais aqui dentro. Acho que população ganha com isso”, declarou Maggi.

Ele avaliou como normal o resultado das eleições e disse que a população pode optar pelo candidato que apresentou uma proposta nova ou pelo candidato que ficou impedido de dizer em campanha que iria apresentar algo novo.

“Avalio que foi bom o resultado [das eleições], pois Cuiabá elegeu o candidato que meu partido estava apoiando. A população pôde fazer uma escolha. Eu sempre disse isso aqui em Cuiabá, pelo pouco que eu participei, que Wilson já foi prefeito por dois mandatos. Wilson não tinha como ter um discurso de ‘serei o novo e farei algo diferente que todo mundo fez’ porque ele já foi duas vezes prefeito”, comentou.

Segundo Maggi, a candidatura do tucano remeteu a um pensamento na população de que ele poderia continuar a fazer da mesma forma que teria feito no passado. “Acho que a propaganda está assim: quem fez de um jeito continuará fazendo do mesmo jeito”.

Já no caso de Emanuel, o ministro avalia que a vitória nas urnas se deu por conta da apresentação de propostas novas à população. “Quem chega e nunca foi Executivo, ele chega com outro tipo de compromisso. Ou seja, as pessoas ficam entre ir no que já conhecemos do passado ou ir para um compromisso novo que pretende fazer algumas mudanças. Obviamente a população escolheu o Emanuel”, destacou Maggi.

“A política no final não se resume só em propostas. Aqui em Cuiabá, por exemplo, teve um componente muito forte dos servidores públicos que brigaram o tempo inteiro pelo RGA [Revisão Geral Anual] e que não conseguiram. Quando se disputa eleições, não é só a comparação, mas é um conjunto de coisas que pesa. Mas isso é natural da política isso e não tem nada de extraordinário”, concluiu. 

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