NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
O governador Pedro Taques (PSDB) voltou a insistir, nesta segunda-feira (20), que as negociações continuam abertas com os servidores em greve desde o dia 31 de maio passado.
“Veja o que fizeram com o servidor que queria trabalhar na porta da Secretaria de Fazenda”, frisou Taques.
Contudo, avisou que é contra o radicalismo que está sendo imposto pelo comando de greve. “Veja o que fizeram com o servidor que queria trabalhar na porta da Secretaria de Fazenda”, frisou Taques.
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Na sexta-feira (17), um grupo de grevista e uma servidora da pasta se desentenderam após um piquete na entrada do órgão arrecadador. “O direito constitucional à greve tem limite”, reforçou o governador.
“Nós não vamos tolerar violência por parte dos servidores que querem fazer baderna”, avisou o chefe do Executivo.
“Nós não vamos tolerar violência por parte dos servidores que querem fazer baderna”, avisou o chefe do Executivo. Ele relembrou que a greve foi decretada ilegal pelo Poder Judiciário para algumas categorias.
“Quem deseja trabalhar é um direito constitucional assim como a greve é um direito constitucional. Impedir servidores públicos de trabalhar, isso, inclusive, é crime”, acrescentou o governador.
Os funcionários reivindicam 11,28% da Revisão Geral Anual (RGA), enquanto o governo reafirma que só pode conceder 6%, divididos em três vezes até 2017.
O governo do Estado deve enviar nesta terça-feira (21) à Assembleia Legislativa o projeto de Lei que propõe a RGA de 6%. O Poder Executivo diz que pode chegar até 11,28% diante da economia nas novas medidas a serem adotadas, entre, elas a reforma administrativa.
















Laura 20/06/2016
Baderna é o próprio governo dele...Falta de comunicação, gastos desnecessários, Eles falam uma coisa e fazem outra..Só desorganização, baderna com o dinheiro do contribuinte..
jorge 20/06/2016
A BADERNA MAIOR JÁ FOI FEITA, SERÁ QUE ELE SE SUPORTA.ELE SABE MUITO BEM QUE FOI FEITA PARA ALGUNS.
2 comentários