ANA ADÉLIA JÁCOMO
DO REPÓRTERMT
O deputado federal e candidato à reeleição Fábio Garcia (União) avaliou que a atualização nos valores pagos pelo Bolsa Família precisaria ter sido efetivada com antecedência em relação ao calendário eleitoral.
Embora tenha criticado o momento usado pelo presidente Lula (PT) para fazer o reajuste, Fábio ponderou que a correção se justifica diante da pressão inflacionária sobre o poder aquisitivo no país.
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“Eu defendo que o reajuste aconteça antes, muito antes do período eleitoral. Mas há que se reconhecer que o custo de vida do brasileiro cresceu muito, subiu muito, e a vida está custando muito caro no Brasil”, concluiu.
A declaração foi dada durante o evento de mobilização política "Arrancada Pra Vitória", realizado pelo candidato à reeleição, governador Otaviano Pivetta (Republicanos) no bairro CPA, em Cuiabá na última semana.
O reajuste elevou em 15,04% os repasses do programa social, passando o piso por núcleo familiar de R$ 600 para R$ 691, o que representa um aumento de R$ 91. A determinação foi formalizada em 17 de setembro, com início dos pagamentos programados para outubro.
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“O Bolsa Família é um programa importante do nosso país, para aquelas pessoas que precisam de uma renda para sobreviver e subsistência. O reajuste teria que ser feito antes. Óbvio que o custo de vida no Brasil, do brasileiro, cresceu muito, então a gente perdeu o poder de compra, todos os brasileiros perderam o poder de compra”, disse Fábio.
O governo federal nega motivação eleitoral e afirma que o reajuste de 15% recompõe parte da perda do poder de compra causada pela inflação, que acumulou 17% desde o último aumento, em 2023.














