DA REDAÇÃO 20h00
O secretário chefe da Casa Civil, Éder Moraes, concluiu sua apresentação da tribuna da Assembleia Legislativa, afirmando que irá para a Agecopa, não para fazer debates, mas com a missão de executar o necessário para que Cuiabá e a Baixada Cuiabana recebam a Copa do Mundo de 2014. "Coloquei-me à disposição para assumir este cargo, não para discutir tese, mas para colocar o bloco na rua. E é isso que vou fazer. Não podemos nem pensar, nem imaginar o insucesso e a falta de coragem. Vou para lá com determinação e vontade de fazer", disse.
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Moraes informou que existe a previsão de investir R$ 3 bilhões para estimular o desenvolvimento do "conglomerado urbano de Mato Grosso", ou seja, a Baixada Cuiabana. Ele informou que garantidos, já existe R$ 1 bilhão. Esse valor é para a construção da arena, ações do entorno, fun parks, projetos de mobilidade urbana e obras de desbloqueio para melhor tráfego, quando obras começarem.
Éder afirmou que assumir a Agecopa é um desafio e relembrou seu trajeto como funcionário público, desde que foi convidado a integrar a equipe do governo Blairo Maggi, em 2003. "Prontifiquei-me a este trabalho, a este desafio, pois hoje estou secretário chefe da Casa Civil, mas, comecei meu trabalho no serviço público como assessor especial de Maggi. Depois fui para a agência MT Fomento e antes disso atuei por 16 anos na iniciativa privada. Lá, comecei como escriturário. Entendo que nossa ida para Agecopa é um desafio muito grande. Mas aviso que uma andorinha só não faz verão. Terei que contar com apoio dos meus pares. Porém, serei muito seguro e não vou vacilar para tomar as decisões necessárias", disse.
Ainda segundo Éder, a população precisa ver as decisões virando realidade. Ele disse também que contará com o apoio da Assembleia Legislativa, já que a sua ida para a agência só ocorre diante do consentimento de dois terços dos deputados. "Por este motivo quero que fique muito claro que os deputados terão voz e vez na Agecopa. Eu não entendo a interferência de deputados como interferência política, mas, como ação de gestão. E deixou o compromisso de que todos serão convidados a participar de qualquer inauguração".
BRT ou VLT
Éder Moraes afirmou que decidirá logo sobre a alternativa mais adequada para melhorar a mobilidade urbana da Baixada Cuiabana e que se for necessário, mudará trajetos e valores de projetos. "Vamos decidir com base em dados técnicos sobre a melhor alternativa para a cidade e não terá demora. Se a 13 de Junho tiver que receber obras, receberá. Se tivermos que mudar rotas de desapropriação, faremos. Não vamos tirar ninguém de onde está, sem que ele tenha um horizonte, um futuro".
Após os 20 minutos de sua apresentação, os deputados tiveram, um minuto cada, para questionar Éder sobre suas dúvidas.
















