FERNANDA ESCOUTO
KARINE ARRUDA
O líder do governo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União), afirmou na quarta-feira (14) que o atraso na votação do projeto da Revisão Geral Anual (RGA) dificulta a inclusão do reajuste na folha de pagamento de janeiro dos servidores estaduais.
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A proposta deveria ter sido votada na sessão de quarta-feira, mas o Poder Executivo não encaminhou o projeto à Casa, alegando que o texto ainda não estava finalizado.
“Acredito que muito dificilmente entrará na folha de janeiro se deixar [a votação] para a semana que vem. Vai depender do Governo. Se tiver tudo programado e a gente aprovar do jeito que o índice vier do Governo, pode ser que caia na folha de janeiro; se não, ficará para fevereiro ou quando aprovarmos no Parlamento”, declarou o parlamentar à imprensa.
O impasse em torno da votação ocorre porque os servidores públicos reivindicam uma recomposição salarial de 19,5%. No entanto, o Governo do Estado de Mato Grosso já informou que o índice a ser aplicado será de 4,26%, percentual correspondente à inflação oficial do período. O impacto estimado é de R$ 1.041.041.885,23 aos cofres públicos em 2026.
A RGA tem como finalidade recompor perdas inflacionárias e preservar o poder de compra dos servidores, não sendo caracterizada como aumento real de salário.
Impacto financeiro
Na terça-feira (13), o governador Mauro Mendes (União) afirmou que a recomposição de 4,26% deve gerar um impacto de aproximadamente R$ 1 bilhão nas contas públicas ainda neste ano.
“O Governo vai fazer a recomposição da inflação anual. Se fosse mais, seria mais. Se fosse menos, seria menos. É o valor da inflação. É aquilo que está na lei, é isso que o governo vai fazer”, pontuou.
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Wender Souza Cabral 15/01/2026
Temos vários candidatos é só lembrar para quem votar. Partidos de centro esquerda e esquerda já estão fora da minha lista.
1 comentários