NOELMA OLIVEIRA
DA REDAÇÃO
Após mudar o comando de nove Secretarias, desde o início de seu mandato em 1º de janeiro de 2015, o governador Pedro Taques (PSDB) ensaia agora novas alterações no staff, que serão concretizadas com a reforma administrativa. A expectativa é que os novos nomes do governo tenham um perfil mais político.
O governador confirmou nesta terça-feira (14) que várias decisões sobre mudanças no secretáriado já foram tomadas. Porém, declinou de anunciar os nomes.
O governador confirmou nesta terça-feira (14) que várias decisões sobre mudanças no secretáriado já foram tomadas. Porém, declinou de anunciar os nomes. O assunto tem sido tratado a “sete chaves” pelo “núcleo duro” do Palácio Paiaguás. Nem mesmo o número de Secretarias que será reduzida ou incorporada foi revelado.
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Entre as alterações, ainda não confirmadas, há especulações sobre a extinção da pasta de Ciência e Tecnologia (Secitec). Sobre nomeações a expectativa é de que um novo nome substitua o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) na Secretaria de Meio Ambiente. Também não é descartada a troca de secretário na Saúde do Estado.
A troca de secretários, na maioria das vezes, teve como alegação motivação pessoal. Foi assim nas Secretarias da Casa Militar, Saúde e a primeira baixa na Secretaria de Segurança Pública, pasta que hoje está no terceiro secretário, registrando até o momento o maior número de substituições.
O governador já teria dado sinais aos titulares que deverão deixar o governo, ou passar a compor a futura estrutura, com Secretarias mais enxutas. Alguns destes não teriam ficado satisfeitos com a mudança.
O governador já teria dado sinais aos titulares que deverão deixar o governo, ou passar a compor a futura estrutura, com Secretarias mais enxutas.
RELEMBRE AS MUDANÇAS
Na Secretaria de Estado de Educação, Esporte e Lazer a saída do ex-titular Permínio Pinto foi desencadeada após Operação Rêmora, deflagrada pelo Grupo de Atuação e Combate à Corrupção (Gaeco), que denunciou corrupção no órgão.
Com a saída de Permínio, o governador nomeou o secretário de Planejamento, Marcon Marrafon, para o cargo. Com isso, a pasta antes ocupada por Marrafon está sob o comando interinamente de José Bussiki, servidor de carreira, até então adjunto de Planejamento.
De uma só vez, o governador teve que fazer duas substituições nas Secretarias de Meio Ambiente e Segurança Pública por conta da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em não permitir que membros do Ministério Público se afastem das suas funções para ocupar cargos no Poder Executivo.
Com isso, Taques trouxe o diretor do Detran, delegado da Polícia Civil Rogers Jarbas, para o comando da Secretaria de Segurança Pública em substituição ao promotor de Justiça de Minas Gerais, Fábio Galindo.
Antes, o governo havia promovido a troca de secretário nesta pasta, comandada, inicialmente, pelo promotor de Justiça Mauro Zaque, que deixou o governo mesmo antes da decisão do STF.
Já o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) foi destacado interinamente para ocupar a pasta de Meio Ambiente no lugar da também promotora Ana Luiza Pertelini.
Sem maior alarde, o governo trocou o secretário-chefe da Casa Militar, da Secretaria de Saúde, considerada uma das mais problemáticas da administração estadual.















