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Cuiabá, 16 de Junho de 2024
16 de Junho de 2024

22 de Maio de 2024, 15h:40 - A | A

POLÍCIA / FILMOU O CRIME

"Princesinha Macabra" é condenada a 32 anos de prisão por sequestrar, torturar e decapitar jovem

A criminosa foi presa logo depois do crime ocorrido em 2022, no município de Lucas do Rio Verde

THIAGO STOFEL
REPÓRTERMT



Nithiely Catarina Day Souza, conhecida como “princesinha macabra”, foi condenada nessa terça-feira (21) a 32 anos e 10 meses de prisão por envolvimento na morte e decapitação de Gediano Aparecido da Silva, de 19 anos, em janeiro de 2022, em Lucas do Rio Verde (354 km de Cuiabá).

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A criminosa foi presa logo após o crime, acusada de ser integrante da organização criminosa Comando Vermelho, e ter gravado toda a execução da vítima. Além disso, ela é apontada como uma vendedora de drogas da facção.

A defesa da criminosa durante a audiência tentou justificar que a intenção da mulher era somente torturar a vítima e não matar. Porém, o promotor Saulo Pires, destacou que existem provas como mensagens de WhatsApp, que apontam que todos os envolvidos no crime tinham a intenção de sequestrar, torturar, matar e ocultar o corpo.

Durante o julgamento, o promotor ainda mostrou o vídeo da execução da vítima, onde é possível ver o momento em que Gediano é assassinato e tem a cabeça arrancada. Nas imagens, Nithiely comemora a execução fazendo um sinal com as mãos em alusão à facção.

Por fim, a acusação ainda deixou claro que a criminosa tinha orgulho em integrar a organizar criminosa, ao fazer diversas postagens nas redes sociais, ostentando o dinheiro que conseguia com a venda de entorpecentes.

ASSASSINATO

Gediano Aparecido da Silva, de 19 anos, foi degolado em um "salve" da facção criminosa Comando Vermelho, em Lucas do Rio Verde. No dia 26 de janeiro, a cabeça de Gege, como era conhecido, foi encontrada em um saco de lixo. No dia seguinte, policiais militares avistaram o corpo decapitado da vítima no rio Piranhas.

Em um vídeo gravado durante a execução, a "princesinha macraba" ordena que a vítima fosse morta "na faca" para que não houvesse barulho de tiros.

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