VINÍCIUS ANTÔNIO
DO REPÓRTERMT
A ex-servidora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Márcia Souza Santos, teve a prisão preventiva mantida após audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (11), em Cuiabá. Ela é acusada de tráfico de drogas e foi presa durante uma operação da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc). Após a detenção, também foi exonerada do cargo que ocupava no gabinete da deputada estadual Janaína Riva (MDB).
Durante a audiência, o juiz Anderson Clayton Dias Batista, da 5ª Vara Criminal de Sinop, responsável pela expedição do mandado de prisão, concluiu que a detenção foi cumprida de forma regular e que permanecem válidos os fundamentos que justificaram a medida cautelar.
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Segundo a decisão, seguem presentes os indícios de autoria, a materialidade dos fatos investigados e os requisitos legais que embasaram a decretação da prisão preventiva.
O magistrado destacou ainda que não surgiram fatos novos capazes de alterar o cenário analisado no momento da decretação da prisão. Por esse motivo, rejeitou o pedido de liberdade provisória apresentado pela defesa e determinou a manutenção da custódia da investigada.
O processo criminal segue em tramitação e ainda não houve julgamento do mérito das acusações. A prisão tem caráter cautelar e, conforme entendimento do magistrado, é necessária para garantir a preservação da investigação e da ordem pública.
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Ao ser informada sobre a prisão de Márcia, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso determinou sua exoneração. A assessoria da deputada Janaína Riva afirmou que os fatos que resultaram na prisão da ex-servidora são de caráter pessoal e não possuem qualquer relação com as atividades exercidas no gabinete parlamentar.
“Infelizmente, não temos como prever ou controlar atos praticados na vida privada das pessoas, razão pela qual as medidas administrativas cabíveis foram adotadas imediatamente”, afirmou a assessoria ao
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