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15 de Dezembro de 2014, 10h:24 - A | A

POLÍCIA / DEZEMBRO SANGRENTO

Grande Cuiabá registra quatro assassinatos em dois dias; DHPP investiga crimes

Dois deles ocorreram em Várzea Grade, que já soma 12 homicídios no mês. A DHPP da capital investiga os casos, mas até a manhã desta segunda-feira (15), não conseguiu prender ninguém.

JOÃO RIBEIRO
DA REDAÇÃO



A Grande Cuiabá registrou quatro assassinatos nos últimos dois dias. Dois deles ocorreram em Várzea Grade, que já soma 12 homicídios no mês. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da capital investiga os casos, mas até a manhã desta segunda-feira (15), não conseguiu prender ninguém.

Por volta das 4h, do sábado (13), Ivani Maria Luis, de 46 anos, foi morta a facadas dentro de casa, no bairro periférico de Várzea Grande, 24 de Dezembro. O marido dela, Natanael Lucas, de 45 anos, é o principal suspeito de ter cometido o crime. Ele está foragido.

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Ainda na cidade, mas no bairro Mapim, no sábado (13), mas por volta das 22h, Bruno Maurício Fonseca, de 19 anos, foi executado com seis tiros nas costas. Testemunhas disseram à Polícia Militar, que dois homens em uma moto aproximaram do homem e o mataram. Em seguida, fugiram em alta velocidade.  

Já na capital, no bairro Santa Isabel, na madrugada de sábado (13), Jairo Souza Guimarães, de 39 anos, foi morto com tiros na cabeça.

Moradores disseram aos policiais militares do 10º Batalhão, que a vítima foi seguida por dois homens em uma motocicleta, modelo não identificado. Ao se aproximara, o criminoso que estava na garupa sacou uma arma e matou Jairo.

Para a PM, o crime pode ser um acerto de contas com traficantes de drogas. Já que Jairo seria usuário de drogas e não tinha pago uma carga de entorpecente que teria pego.

Crime parecido ocorreu horas antes, no bairro Jardim União, região periférica de Cuiabá, quando Eldebrando Oliveira Silva, foi esfaqueado e em seguida, queimado. O cadáver foi encontrado por vizinhos.

Familiares disseram aos PM’s do 3º Batalhão que Eldebrando era usuário de drogas. A DHPP não descarta um acerto de contas diante de uma dívida de compra de entorpecentes.

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