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30 de Setembro de 2026

26 de Maio de 2026, 10h:17 - A | A

POLÍCIA / FACADAS E PAULADAS

“Era eu ou ele”, diz homem que matou colega de trabalho e enterrou corpo em estacionamento em Cuiabá; veja vídeo

O crime veio à tona na tarde de segunda-feira (25), após a PM receber uma denúncia de que um pé humano havia sido visto sob entulhos em um estacionamento no bairro Baú, em Cuiabá.

RepórterMT

Amarildo Nonato confessou ter matado colega de trabalho.

Amarildo Nonato confessou ter matado colega de trabalho.

EDUARDA FERNANDES
THIAGO NOVAES
DO REPÓRTERMT



Amarildo Nonato, preso por matar e enterrar o corpo do colega de trabalho venezuelano Mario Alexandre, 47, afirmou hoje (26) que cometeu o crime após ser ameaçado pela vítima, que estava desaparecida desde o sábado (23). A declaração foi dada à imprensa no momento em que ele deixava a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para participar da audiência de custódia, em Cuiabá.

“Acerto de contas porque era eu ou era ele. Ele me ameaçou de morte e eu matei ele”, declarou.

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Ele negou ter usado drogas e disse que a desavença entre os dois estava relacionada ao trabalho no lava-jato onde atuavam. “A ameaça foi pelo jeito que nós trabalhamos lá. Na verdade, ali conforme eu estava trabalhando, ele tinha que fazer conforme eu falava”, afirmou.

Ainda durante a conversa com os jornalistas, Amarildo contou que conheceu Mario no trabalho e negou a participação de outras pessoas no homicídio. “Foi só eu mesmo”, disse.

Veja vídeo:

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O crime veio à tona na tarde de segunda-feira (25), após a Polícia Militar receber uma denúncia de que um pé humano havia sido visto sob entulhos em um estacionamento no bairro Baú, em Cuiabá. No local, os policiais encontraram o corpo da vítima parcialmente enterrado sob pedras, restos de parede e lixo.

Durante a apuração, o dono do lava-jato informou que Mario estava desaparecido desde sábado (23) e apontou que o suspeito mantinha constantes desavenças com a vítima. O homem também chamou atenção por aparecer no trabalho com um hematoma no rosto, alegando ter sido roubado.

Ao ser interrogado pela Polícia Civil, o suspeito confessou o assassinato e afirmou que matou Mario a pauladas e facadas durante o fim de semana, mas alegou que estava embriagado e não se lembrava exatamente quando o crime aconteceu.

Ele foi encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e deve responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

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