FRANCISCO BORGES
DA REDAÇÃO
Policiais acabam de cumprir a determinação da Justiça Federal e prenderam o ex-secretário de Estado de Fazenda Eder Moraes, por ter violado regras de uso da tornozeleira eletrônica. Ele foi encaminhado ao Centro de Custódia de Cuiabá pela 5ª vez.
O cumprimento da prisão atende uma determinação exarada no dia 9 de agosto pelo juiz federal Jeferson Schneider, da 5ª Vara Federal de Mato Grosso. Eder teria violado 92 vezes o equipamento de monitoramento em um período de 2 meses, em 2015.
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Ele já foi condena do a 81 anos de prisão por práticas em vários crimes investigados a partir da operação Ararath, da Polícia Federal.
Eder foi preso pela 1ª vez em 2014, quando foi deflagrada a 5ª fase da Ararath. De lá até agora já são cinco vezes que o ex-homem forte do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e do ministro Blairo Maggi (PP) amarga pedidos de prisão contra.
Ele já foi condena do a 69 anos de 3 meses de prisão por práticas em vários crimes investigados a partir da operação Ararath, da Polícia Federal.
No ano passado, dia 1º de abril, Eder foi preso pela segunda vez, enquanto estava em sua residência. A condução desta vez foi em decorrência da sétima fase da Ararath. Suspeitando que ele tivesse movimentando seus bens imóveis no nome de terceiros, o mesmo magistrado determinou sua prisão na noite anterior. O juiz federal entendeu que ele estaria tentando ocultar os bens para se livrar de bloqueios judiciais para ressarcimento do erário. No entanto, uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, o liberou da prisão.
Já a terceira prisão ocorreu em dezembro de 2015, durante a décima fase da operação. Porém, em maio deste ano, ele foi solto novamente pelo STF. Essa prisão, foi por conta de ele ter violado 92 vezes a tornozeleira eletrônica em um período de 2 meses.
A 4ª prisão foi decretada no início de junho em outro entendimento da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), sobre o mesmo caso, dele não ter cumprido o determinado nas regras para o uso do equipamento. Contudo, uma decisão do desembargador Cândido Ribeiro novamente o colocou em liberdade.
Eder é acusado de vários crimes contra o erário público. A investigação da Ararath é sobre uma organização criminosa que teria movimentado mais de R$ 500 milhões de forma fraudulenta. O ex-secretário é considerado o operador dos esquemas de golpes financeiros contra o Estado .


















