VINÍCIUS ANTÔNIO
JOÃO FRANCO
DO REPÓRTER MT
A defesa da professora Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, condenada a seis anos de prisão em regime semiaberto pelo atropelamento que matou Myllena Lacerda Inocêncio e Ramon Alcides e deixou Hya Girotto gravemente ferida, em Cuiabá, pediu à Justiça a revisão da suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Os advogados querem que seja descontado o período de mais de quatro anos em que ela já ficou impedida de dirigir por decisão judicial.
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Segundo a defesa, Rafaela ficou com a CNH suspensa entre 24 de dezembro de 2018 e 20 de abril de 2023, totalizando quatro anos, três meses e 26 dias. Os advogados também sustentam que a sentença não justificou por que a proibição de dirigir foi mantida até o cumprimento integral da pena.
Rafaela foi condenada pelo Tribunal do Júri após os jurados desclassificarem a acusação de homicídio com dolo eventual para homicídio culposo na direção de veículo automotor. Ela recebeu pena de seis anos de reclusão em regime inicial semiaberto, além da suspensão do direito de dirigir.
O atropelamento ocorreu na madrugada de 23 de dezembro de 2018, na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá. Myllena morreu no local, Ramon faleceu dias depois e Hya sobreviveu após permanecer cerca de três semanas internada.
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