DA REDAÇÃO
Bastante abatido e mais magro, o ex-secretário de Estado, das gestões de Blairo Maggi (PR) e Silval Barbosa (PMDB), Eder Moraes, apareceu em público pela primeira vez, desde que foi preso no dia 4 de dezembro de 2015. Algemado, Eder foi levado para depor na sede da Delegacia Fazendária do Estado, nesta sexta-feira (15) sobre o pagamento de R$ 1,340 milhão do governo do Estado à empresa Engevix no ano de 2010. A mesma empresa também é alvo de investigações da Operação Lava Jato.
A defesa de Eder argumenta que a transação foi feita um mês após a saída do ex-secretário da Secretaria de Fazenda, sendo que então ele respondia pelo cargo de secretário-chefe da Casa Civil
A investigação da Defaz aponta que o pagamento teria sido feito por prestação de serviços à Secretaria de Infraestrutura do Estado. A suspeita é que o valor tenha sido repassado a alguém que não seria representante legal da construtora.
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A defesa de Eder afirma que ele teria prestado depoimento como testemunha e argumenta que a transação foi feita um mês após a saída do ex-secretário da Secretaria de Fazenda, sendo que então ele respondia pelo cargo de secretário-chefe da Casa Civil, na gestão de Maggi.
No dia 14 de novembro a Polícia Federal (PF) deflagrou sétima fase da Operação Lava Jato, cumprindo mandados de prisão e busca e apreensão no Paraná, em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, em Pernambuco e no Distrito Federal. Na ocasião foram presos funcionários da Engevix, e outras oito empresas, entre elas as conhecidas da população mato-grossense, Galvão (dona da CAB Cuiabá) e Mendes Júnior (construtora da Arena Pantanal).
PRESO
Eder foi preso na 10° fase da “Operação Ararath”, por violar 92 duas vezes os termos da utilização da tornozeleira eletrônica. Os advogados de defesa alegam rebatem a acusação do Ministério Público Federal (MPF) de que seu cliente tenha descumprindo as normas do equipamento. A detenção foi expedida pelo 5° Vara Federal em Mato Grosso.
Segundo Spinelli, o ex-secretário nunca foi informado pela Central de Monitoramento e Fiscalização da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), que havia cometido infração. “Eder disse que não descumpriu as normas. O que pode ter acorrido é o mau funcionamento do equipamento. Ele também não foi acionado [pelo monitoramento] de que o equipamento não estava funcionando”, defende o advogado.



















gersion 15/01/2016
a casa caiu mesmo.. riva , edeer,. sinval, tdos presos.. e aainda cabe mais gente la
VALTER 15/01/2016
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK KKKKKKKKKKKKKKKKK KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK UM DIA A CASA CAI MESMO.. TOMA
juju 15/01/2016
PAROU DE COMER CAVIAR. É CERTO EMAGRECER MESMO KKKKKKK. TA SÓ NO ZOIÃO. KKKK
3 comentários