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Cuiabá, 20 de Junho de 2024
20 de Junho de 2024

18 de Dezembro de 2022, 09h:15 - A | A

PODERES / COMBATE AO AQUECIMENTO GLOBAL

Sérgio Ricardo destaca atuação do TCE-MT em benefício do meio ambiente em encontro com ministro e senadores

O conselheiro Sérgio Ricardo chamou a atenção ainda para a união entre as instituições no combate ao aquecimento do planeta.

DO REPÓRTER MT



O presidente da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, alertou para a urgência na conservação dos ecossistemas do estado. Reunido com diversas autoridades no lançamento do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP), nesta quinta-feira (12), ele chamou a atenção ainda para a união entre as instituições no combate ao aquecimento do planeta.  

“Já temos um Instituto dedicado à Amazônia e agora, com o INPP e seu corpo técnico, poderemos fortalecer o trabalho de preservação do Pantanal, que tem sido diretamente impactado pelas mudanças climáticas. Hoje, bahias, como a de Sá Mariana e Chacororé estão secas. Por outro lado, estamos tendo cada vez mais enchentes em outros pontos. Isso coloca toda nossa fauna e flora sob ameaça,” explicou o conselheiro.   

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Neste contexto, destacou a importância de ações efetivas voltadas às nascentes que alimentam o bioma. “É importante destacar a importância de nascentes como a do Rio Paraguai e do Rio Cuiabá, que alimentam o Pantanal. Mas ninguém faz nada sozinho. Então o Tribunal de Contas está de portas abertas para fazer convênios, trazer entendimentos e desenvolver trabalhos em conjunto com outras instituições.”

O ex-ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações e senador eleito por São Paulo, Marcos Pontes, também participou da solenidade. “Precisamos construir conhecimento e contribuir para a qualidade de vida da população e, traduzindo essa ideia para este momento, temos no INPP a possibilidade de congregar esforços de pesquisa de todo o Brasil, funcionando como uma cabeça de rede nos esforços de preservação do bioma”, disse.

Na ocasião, o atual ministro da Pasta, Paulo Alvim, afirmou que o INPP vai ao encontro das estratégias do governo, que busca identificar em cada bioma diferenciais de agregação de valor do país. “Temos centros de pesquisa em diversos lugares e aqui, agora, estamos operacionalizando isso. O Pantanal tem que ser visto como um potencial de agregação de valor da população local, para valorizar o território, mas, principalmente, para preservar de forma sustentável”, ponderou. 

Promovido pelo senador Wellington Fagundes, presidente da Subcomissão Permanente do Pantanal no Senado Federal, o evento marcou a implantação efetiva do Instituto após 16 anos desde sua criação. No dia 16 de novembro, via decreto federal, foram criados oito cargos próprios, que garantirão seu funcionamento. Isso significa autonomia administrativa e financeira para viabilização de novas parcerias e garantia de recursos públicos e privados para subsidiar os estudos. 

“O INPP vem para que a gente faça a somatória dos esforços das nossas universidades e todos aqueles que querem ajudar com pesquisas que possam fazer com que o nosso Pantanal tenha sustentabilidade, e sempre pensando nas pessoas que vivem no Pantanal", pontuou Wellington Fagundes.  

De acordo com o reitor da UFMT, Evandro Soares, a novidade contribuirá para a criação de políticas públicas voltadas à manutenção do bioma.  “É importante saber que temos aqui nesta área um centro de pesquisa para estudo de animais silvestres. O INPP é para congregar todas as instâncias públicas e privadas de ensino e de pesquisa para nos ajudar na obtenção de informações e na promoção do desenvolvimento social.” 

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) abriga parte da estrutura física do Instituto. Desde 2013, como estratégia para consolidar o Instituto, sua estrutura administrativa estava ligada a outro órgão do Ministério, o Museu Paraense Emílio Goeldi. 

Esse arranjo deixou de ser necessário com o crescimento do Instituto e, agora, sua estrutura administrativa se torna independente, dando mais flexibilidade para suas ações. Na prática, haverá agora mais autonomia com recursos humanos do estado, e com o centro de decisões mais próximo do bioma.

Também estiveram presentes na implantação do INPP o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, o juiz Rodrigo Roberto Curvo, da Vara do Meio Ambiente e do Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam), os reitores Júlio César dos Santos, do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), e Rodrigo Zanin, da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), o ex-governador Osvaldo Sobrinho, o comandante do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, coronel BM Alessandro Borges Ferreira, e a suplente de Senador Rosana Martinelli.

 

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Afonsão 18/12/2022

Pq o nobre conselheiro não soltou mais alevinos no Rio Cuiabá? Pq o nobre conselheiro não abraçou mais o Rio Cuiabá? Pq o nobre conselheiro não põe mais a mão na massa construindo casas para os humildes? Não faz mais pq não precisa mais de votos, comprou a vaga de conselheiro. Tem um português horrível, é ignorante, mas é espertalhão. Tenho nojo desse sujeito.

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1 comentários

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