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Cuiabá, 17 de Julho de 2024
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03 de Outubro de 2017, 07h:00 - A | A

PODERES / EM 15 DIAS

Secid apresenta alternativas para Taques definir futuro do VLT

O secretário Wilson Santos explicou que as alternativas são a construção de uma parceria público-privada (PPP) ou uma nova licitação, na modalidade Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC).

CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO



Com o rompimento do contrato com o Consórcio VLT, a Secretaria de Cidades deve apresentar até o dia 15 de outubro duas alternativas para a conclusão das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

“Estamos estudando de dois até três cenários possíveis para que o governador Pedro Taques [PSDB] possa definir o que seria melhor para que possamos avançar nessa questão”, disse o secretário de Cidades, Wilson Santos (PSDB), nesta segunda-feira (2).

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Ele explicou que as alternativas são a construção de uma parceria público-privada (PPP) ou uma nova licitação, na modalidade Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC).

“Estamos estudando de dois até três cenários possíveis para que o governador Pedro Taques [PSDB] possa definir o que seria melhor para que possamos avançar nessa questão”, disse o secretário de Cidades.

“Já sondamos o mercado para uma possível PPP. De todo modo, um novo edital terá que ser publicado. A estimativa é de que serão necessários, pelo menos, mais uns 180 dias para que se tenha a modelagem pronta e se possa publicar um edital, seja de obra remanescente ou mesmo para uma PPP. Ou seja, são pelo mais de seis a nove meses para se colocar um edital na rua”, pontuou o gestor.

Wilson afirmou que a intenção do Governo é buscar uma alternativa definitiva para a conclusão das obras do modal.

“O próprio governador já participou de duas reuniões e a sociedade pode ficar tranquila porque a meta é encontrar a alternativa definitiva”, comentou o secretário.

O encerramento do contrato com o Consórcio VLT foi decidido após a Operação Descarrilho, em agosto, que apontou o pagamento de propina para o ex-governador Silval Barbosa (PMDB), além de fraudes na licitação e corrupção passiva e ativa.

Na sexta-feira (29), o Governo publicou portaria com o objetivo de rescindir o contrato de R$ 1,447 bilhão com o consórcio.

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