ALCIONE DOS ANJOS
DA REDAÇÃO
Denuncia relacionada à Operação Sodoma oferecida pelo Ministério Público Estadual (MPE) afirma que a chapa Lúdio Cabral (PT) e Francisco Faiad (PMDB), que concorreu à prefeitura municipal de Cuiabá em 2012, praticou crime de caixa 2, quando o dinheiro usado não é declarado a Justiça Eleitoral.
De acordo com a promotora de justiça, Ana Cristina Bardusco, a investigação aponta que, na prestação de conta da campanha, consta que foram gastos R$ 221 mil com combustíveis, entretanto, testemunhas confirmaram que foram gastos cerca de R$ 2 milhões.
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A informação foi reiterada pelo então gerente do Posto Marmeleiro , Afonso Gleidson Teixeira, que apresentou três notas fiscais emitidas pela empresa sobre a operação. A NF nº 5990 no valor de R$ 58 mil, a NF nº 6273 de R$ 15 mil e a NF nº 6236 de R$ 148 mil. “O remanescente do valor, a compor o caixa 2 da campanha, pendente de pagamento”, cita a promotora na denúncia.
A Operação Sodoma, que está na quinta fase, investiga suposto esquema que teria somado R$ 8,1 milhões em propina. O esquema teria ocorrido em compras fraudulentas de combustível da Auto Posto Marmeleiro e da Saga Comércio e Serviço de Tecnologia e Informática Ltda. Os sócios Juliano Volpato e mais um pagaram valores que somaram o montante entre 2011 e 2014 em troca da contratos ilícitos com o Governo do estado, via Secretaria de Estado de Administração.
Conforme a denúncia, o valor de R$ 1,7 milhão não declarado foi pago para a Marmeleiro após a campanha, por meio dos desvios promovidos pelo então secretário de Estado de Administração, Francisco Faiad (PMDB), que foi vice de Lúdio na eleição municipal.
A reportagem ligou para os celulares do ex-vereador Lúdio Cabral que estavam desligads. Em reiteradas vezes o petista já negou a pratica de Caixa 2.














