APARECIDO CARMO
DAFFINY DELGADO
A vereadora Michelly Alencar (PSB) disse não ver razões para se sentir impedida de ser a relatora do processo de cassação do Tenente Coronel Marcos Paccola (Republicanos), apesar de serem aliados. A declaração foi feita na manhã deste sábado (30), pouco antes do início da convenção do Partido Socialista Brasileiro em Mato Grosso.
“Eu não me sinto impedida de fazer nada. Até porque o meu trabalho tem muita responsabilidade, eu não misturo nada. Tudo o que eu faço, inclusive a minha oposição é uma oposição responsável, pautada naquilo que de fato acontece em Cuiabá. Então qualquer trabalho, qualquer passo que eu vou dar, principalmente num assunto tão delicado como esse, o impacto social, que diz respeito a vida, uma que se foi e uma que está eleita e que pode ter todo o futuro que estava previsto comprometido, a gente tem que ter muita cautela. Então independente se relatora ou não, meu trabalho na Comissão sempre vai ser com muita responsabilidade e coerência”, declarou a parlamentar.
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Michelly e Paccola são dois dos principais nomes da oposição ao prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) na Câmara Municipal e votam alinhados em muitas das pautas que passam pelo Legislativo Municipal.
Michelly admite que deve ser a relatora do processo que vai analisar a possível cassação de Paccola, uma vez que a outra possibilidade é o vereador Adevair Cabral, líder do governo na Câmara Municipal, mas nada ainda foi oficializado.
“A gente vai sentar e definir. Acho que é um momento que precisa de bastante responsabilidade, de bastante coerência e um pouco de calma. Sem os ânimos afoitos para a gente decidir com bastante clareza isso.Semana que vem, recebendo o inquérito, a gente senta para fazer as definições”, disse.
Já na próxima terça-feira, o presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara de Cuiabá, vereador Chico 2000, deve levar o parecer a respeito do afastamento de Paccola para o plenário. Somente depois desse movimento é que o presidente da casa, vereador Juca do Guaraná Filho (MDB), deverá repassar os arquivos do inquérito policial para que tenham início oficialmente os trabalhos da Comissão de Ética que deverá emitir parecer sobre a possibilidade de cassação de Paccola.
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Nilson 02/08/2022
Tem deixar isso ai não. Tem colocar um relator que tenha isenção, que não seja aliado. Se for ela a relatora vai inocentar paccola e punir o morto.
Moacir 31/07/2022
Queria ver se o japa foce seu parente se você estaria defendendo este assassino Pacola se você defende e porquê é igual a ele covarde
Pedro 31/07/2022
Vida loka
Benedito da costa 30/07/2022
Tudo combinado nos bastidores da sujeira da câmara, Já que ela é aliada do assassino do agente penitenciário. Porque ela então não se julga incompetente pra ser relatora visto ser uma pacolista.
4 comentários