MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
O ex-prefeito de Cuiabá e pré-candidato ao Governo do Estado Mauro Mendes (DEM) criticou a condução da política econômica do governador Pedro Taques (PSDB). O democrata rechaçou a tese de Taques, que vem afirmando que a crise econômica nacional, que teve seu ápice em 2015 e 2016, seria a principal responsável pelo rombo nas contas públicas de Mato Grosso.
“Diferente do que aconteceu no Brasil inteiro, aqui em Mato Grosso a arrecadação nunca diminuiu. A arrecadação do Governo do Estado e da Prefeitura Municipal de Cuiabá nunca diminuiu nesse período. Então, como podemos falar de crise ou culpar uma crise, se a receita cresceu nesse período? Meus amigos, todos conhecemos essa frase: Não há dinheiro que dê quando você gasta mal”, declarou Mendes.
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"Como podemos falar de crise ou culpar uma crise, se a receita cresceu nesse período? Meus amigos, todos conhecemos essa frase: Não há dinheiro que dê quando você gasta mal”, declarou Mendes.
O democrata apontou que o déficit do Governo está atualmente em R$ 3,6 bilhões e deve alcançar o patamar de R$ 4 bilhões em dezembro, último mês do atual mandato de Taques. O dado, de acordo com Mendes, foi obtido por meio de uma pesquisa no Portal da Transparência do Executivo. O déficit mensal do Governo estaria entre R$ 120 milhões e R$ 150 milhões. “Ele não soube controlar os gastos, houve uma falta de foco de gestão, e hoje nós temos essas duras realidades no Estado de Mato Grosso”, disse.
Mauro Mendes estimou que, caso consiga se eleger ao Palácio Paiaguás, levaria cerca de dois anos para equilibrar as contas públicas por meio do corte de gastos e contenção de despesas.
“Existe um esforço grande a ser feito na contenção de gastos e despesas, e possíveis aumentos de receita. O que não dá é imaginar que hoje o cidadão está disposto a pagar essa conta com elevação tributária. Então, nós teremos que fazer primeiro o grande esforço de reduzir o custo da máquina pública para depois pedir algum esforço ao cidadão. Eu estimo que todo esse trabalho de equilíbrio vá demorar, pelo menos, uns dois anos”, projetou.
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Janete 25/07/2018
Gasta mal com os servidores né Mauro???
1 comentários