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Cuiabá, 05 de Junho de 2026
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22 de Dezembro de 2021, 18h:55 - A | A

PODERES / PREVIDÊNCIA DOS MILITARES

“Lamentável que alguns só olhem para o próprio umbigo”, critica Mauro

Governador criou projeto de alíquota progressiva e foi criticado por representantes dos militares

CAMILLA ZENI
DA REDAÇÃO



O governador Mauro Mendes (DEM) disse lamentar que as associações da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar tenham se manifestado contrárias à proposta que modifica as regras da previdência especial da categoria em Mato Grosso.

O projeto foi anunciado pelo governador no dia 14 de dezembro como uma alternativa para a demanda dos militares, que desde o início do tentam garantir a redução da alíquota, até então aplicada em 14%, para 10,5%. Essa alíquota já havia sido combinada pelo governo estadual na época da reforma da previdência, em 2019, seguindo diretrizes do governo federal.

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“É lamentável que algumas pessoas só olhem para o seu próprio umbigo e não agradeçam aquilo de bom que acontece”, criticou o governador.

“Todos os dias tenho desafios para enfrentar. Eu não tenho as condições ideais que gostaria no Estado, ninguém tem, vocês não têm, mas existe aquilo que é possível. Existem avanços no dia a dia e é importante que a gratidão seja um valor para o ser humano”, completou.

A proposta do governo foi que aqueles que recebem salários de até R$ 9 mil passarão a contribuir com a alíquota de 10,5%. Já quem recebe acima desse valor passa a ter duas alíquotas de contribuição: 10,5% até o montante dos R$ 9 mil e, acima disso, 14%.

Após a apresentação do projeto, a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar foi a primeira a manifestar preocupação com a proposta.

O sargento PM Laudicério Aguiar Machado, que preside a associação, lembrou que o projeto descumpre a alíquota inicial de 10,5% e causa segregação. Ele classificou a proposta como “ouro de tolo”, sugerindo que o projeto não é benéfico como sugere o Estado.

Apesar das manifestações, os deputados da Assembleia Legislativa aprovaram o projeto de lei. O texto, agora, aguarda sanção do governador. Segundo Mauro, não há uma data prevista para a sanção, uma vez que uma equipe técnica do Estado ainda deve reanalisar o texto.

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L.M.R 23/12/2021

Não se deve usar a associação para fazer política. Esse projeto beneficia a classe de cb e sd que são a maioria.

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Bruno Fernandes Da Costa 23/12/2021

Nos não podemos pagar, por essas brigas politicas, se esta na associação pra fazer politica, não faça isso por que vai perder na politica e a presidencia da acs.

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2 comentários