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22 de Dezembro de 2021, 18h:55 - A | A

PODERES / PREVIDÊNCIA DOS MILITARES

“Lamentável que alguns só olhem para o próprio umbigo”, critica Mauro

Governador criou projeto de alíquota progressiva e foi criticado por representantes dos militares

Mayke Toscano/Secom-MT

Governador reclamou de representantes dos militares que criticaram proposta que reduz alíquota da previdência.

Governador reclamou de representantes dos militares que criticaram proposta que reduz alíquota da previdência.

CAMILLA ZENI
DA REDAÇÃO



O governador Mauro Mendes (DEM) disse lamentar que as associações da Polícia e Corpo de Bombeiros Militar tenham se manifestado contrárias à proposta que modifica as regras da previdência especial da categoria em Mato Grosso.

O projeto foi anunciado pelo governador no dia 14 de dezembro como uma alternativa para a demanda dos militares, que desde o início do tentam garantir a redução da alíquota, até então aplicada em 14%, para 10,5%. Essa alíquota já havia sido combinada pelo governo estadual na época da reforma da previdência, em 2019, seguindo diretrizes do governo federal.

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“É lamentável que algumas pessoas só olhem para o seu próprio umbigo e não agradeçam aquilo de bom que acontece”, criticou o governador.

“Todos os dias tenho desafios para enfrentar. Eu não tenho as condições ideais que gostaria no Estado, ninguém tem, vocês não têm, mas existe aquilo que é possível. Existem avanços no dia a dia e é importante que a gratidão seja um valor para o ser humano”, completou.

A proposta do governo foi que aqueles que recebem salários de até R$ 9 mil passarão a contribuir com a alíquota de 10,5%. Já quem recebe acima desse valor passa a ter duas alíquotas de contribuição: 10,5% até o montante dos R$ 9 mil e, acima disso, 14%.

Após a apresentação do projeto, a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar foi a primeira a manifestar preocupação com a proposta.

O sargento PM Laudicério Aguiar Machado, que preside a associação, lembrou que o projeto descumpre a alíquota inicial de 10,5% e causa segregação. Ele classificou a proposta como “ouro de tolo”, sugerindo que o projeto não é benéfico como sugere o Estado.

Apesar das manifestações, os deputados da Assembleia Legislativa aprovaram o projeto de lei. O texto, agora, aguarda sanção do governador. Segundo Mauro, não há uma data prevista para a sanção, uma vez que uma equipe técnica do Estado ainda deve reanalisar o texto.

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L.M.R 23/12/2021

Não se deve usar a associação para fazer política. Esse projeto beneficia a classe de cb e sd que são a maioria.

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Bruno Fernandes Da Costa 23/12/2021

Nos não podemos pagar, por essas brigas politicas, se esta na associação pra fazer politica, não faça isso por que vai perder na politica e a presidencia da acs.

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2 comentários