DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT
O senador Jayme Campos (União) negou as acusações feitas pelo deputado federal Abilio Brunini (PL), de que o União Brasil “escalou” filiados para atacar sua imagem. Ao dizer que, caso os "ataques" continuassem, teria que devidar, Abilio citou Jayme e Julio Campos, que recentemente comentaram as polêmicas em que o deputado se envolveu na Câmara Federal.
Segundo Jayme, não cabe a ele fazer avaliação de mandato de nenhum político, mas a "carapuça" deve ter servido a Abilio.
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"Eu não fiz avaliação de mandato, eu não tenho essa autoridade. Pode ser que a carapuça serviu pra ele. (...) Mas se ele entendeu que eu me referi a ele, problema é dele, né", afirmou em entrevista nesta terça-feira (25).
Nesta semana, Abílio reclamou dos ataques, que segundo ele, teriam sido ordenados dentro do União Brasil. As críticas teriam começado após ele aparecer nas pesquisas pré-eleitorais como um dos favoritos para a candidatura a prefeito de Cuiabá.
Durante entrevista, Jayme enfatizou que críticas construtivas devem ser sempre “bem vindas” e que o parlamentar deveria analisar sua atuação na Câmara Federal. Abilio, assim como fazia na Câmara de Vereadores de Cuiabá, tem causado polêmica em Brasília e já foi acusado, inclusive, de transfobia contra uma colega de bancada durante uma sessão da CPMI do 8 de Janeiro.
"Perguntaram meu ponto de vista, de que o parlamentar tem que atuar de uma forma mais firme, sobretudo discutir assuntos inerentes às problemáticas nacionais e, sobretudo, Mato Grosso. Agora, o papel dele, de ficar fazendo selfie etc, etc, não é proativo e não tem nada de resultado positivo", disse.
"Saiu nas televisões, rádio, sites - sobre a acusação de transfobia -, agora cabe a ele ter o mínimo de bom senso e fazer uma reflexão se vale a pena (continuar o mandato de forma polêmica)", emendou.
Mauro nega ataques
Logo após a reclamação de Abílio, Mauro Mendes se manifestou e negou que tenha ordenado qualquer tipo de ataque contra o parlamentar.
“Se alguém bateu nele, não fui eu e nem escalei ninguém. Não escalei, não bati nele e não mandei ninguém bater”, resumiu.













