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26 de Julho de 2023, 16h:37 - A | A

PODERES / CRÍTICAS POR CONFUSÕES

Jayme nega ter "atacado" Abilio em nome do União Brasil: "Pode ser que a carapuça serviu"

Abílio Brunini tem protagonizado diversas polêmicas na Câmara Federal. Uma delas ele foi acusado de transfobia contra uma colega de bancada.

Divulgação

Jayme destacou que críticas construtivas devem ser bem vindas

Jayme destacou que críticas construtivas devem ser bem vindas

DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT



O senador Jayme Campos (União) negou as acusações feitas pelo deputado federal Abilio Brunini (PL), de que o União Brasil “escalou” filiados para atacar sua imagem. Ao dizer que, caso os "ataques" continuassem, teria que devidar, Abilio citou Jayme e Julio Campos, que recentemente comentaram as polêmicas em que o deputado se envolveu na Câmara Federal.

Segundo Jayme, não cabe a ele fazer avaliação de mandato de nenhum político, mas a "carapuça" deve ter servido a Abilio.

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"Eu não fiz avaliação de mandato, eu não tenho essa autoridade. Pode ser que a carapuça serviu pra ele. (...) Mas se ele entendeu que eu me referi a ele, problema é dele, né", afirmou em entrevista nesta terça-feira (25).

Nesta semana, Abílio reclamou dos ataques, que segundo ele, teriam sido ordenados dentro do União Brasil. As críticas teriam começado após ele aparecer nas pesquisas pré-eleitorais como um dos favoritos para a candidatura a prefeito de Cuiabá.

Durante entrevista, Jayme enfatizou que críticas construtivas devem ser sempre “bem vindas” e que o parlamentar deveria analisar sua atuação na Câmara Federal. Abilio, assim como fazia na Câmara de Vereadores de Cuiabá, tem causado polêmica em Brasília e já foi acusado, inclusive, de transfobia contra uma colega de bancada durante uma sessão da CPMI do 8 de Janeiro.

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"Perguntaram meu ponto de vista, de que o parlamentar tem que atuar de uma forma mais firme, sobretudo discutir assuntos inerentes às problemáticas nacionais e, sobretudo, Mato Grosso. Agora, o papel dele, de ficar fazendo selfie etc, etc, não é proativo e não tem nada de resultado positivo", disse.

"Saiu nas televisões, rádio, sites - sobre a acusação de transfobia -, agora cabe a ele ter o mínimo de bom senso e fazer uma reflexão se vale a pena (continuar o mandato de forma polêmica)", emendou.

Mauro nega ataques

Logo após a reclamação de Abílio, Mauro Mendes se manifestou e negou que tenha ordenado qualquer tipo de ataque contra o parlamentar.

“Se alguém bateu nele, não fui eu e nem escalei ninguém. Não escalei, não bati nele e não mandei ninguém bater”, resumiu.

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