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Cuiabá, 02 de Junho de 2026
02 de Junho de 2026

24 de Julho de 2023, 18h:45 - A | A

PODERES / CRÍTICAS POR CONFUSÕES

Mauro diz que não mandou ninguém do União Brasil “atacar” Abilio após deputado ameaçar revidar

Abilio diz que o União “escalou” filiados para o atacarem, após aparecer nas pesquisas como um dos favoritos para prefeito de Cuiabá

EUZIANY TEODORO
DO REPÓRTERMT



O governador Mauro Mendes, presidente do União Brasil em Mato Grosso, respondeu à “ameaça” do deputado federal Abilio Brunini (PL) de que vai “revidar”, caso caciques do União continuem atacando sua imagem, com vistas às eleições para a Prefeitura de Cuiabá em 2024.

“Se alguém bateu nele, não fui eu e nem escalei ninguém. Não escalei, não bati nele e não mandei ninguém bater”, resumiu o governador, durante entrevista em evento com a ministra do STF, Rosa Weber, em Cuiabá.

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Mais cedo, Abilio afirmou que o União Brasil “escalou” filiados para o atacarem, após aparecer nas pesquisas pré-eleitorais como um dos favoritos para a candidatura a prefeito de Cuiabá. Segundo ele, caso os ataques continuem, seu partido, o PL, terá que revidar e isso pode causar uma rusga entre as duas siglas, que hoje são aliadas.

“Essa eleição pode deixar muitas sequelas e existe vida após 2024. Não sei se é intenção do pessoal do governo do Estado fazer o pessoal do PL ou eu virar oposição ao governador, porque se for esse o projeto, continua batendo na gente que vai dar tudo certo. (...) Então, se o União Brasil continuar com esse projeto de tentar destruir a minha imagem, vai chegar o momento que eu vou ter que revidar. (...) Se eles vierem pra cima, uma hora eu vou ter que revidar, e aí fica difícil pra todo mundo”, disse o deputado federal.

Abilio foi alvo de críticas, por exemplo, dos irmãos Jayme e Júlio Campos, caciques do União, devido às confusões em que tem se metido na Câmara dos Deputados. Júlio chegou a chamar o comportamento de Abilio no Congresso de "exótico e anormal".

Nas reuniões da CPMI dos ataques de 8 de Janeiro, por exemplo, Abilio debocha de colegas e interrompe os pronunciamentos. Na semana passada foi acusado de transfobia contra a deputada Erika Hilton, que é transexual, mas a polícia do legislativo não constatou a veracidade da acusação.

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