SÍLVIA DEVAUX
DA REDAÇÃO
O senador Jayme Campos (DEM), uma das maiores liderança política de Várzea Grande, mostrou, na solenidade de posse do prefeito eleito no município Kalil Baracat nessa sexta-feira (1º), descontentamento por não ter sido consultado pelo seu correligionário, o governador Mauro Mendes, que decidiu no dia 21 de dezembro de 2020 trocar as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Cuiabá/Várzea Grande pela construção do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT).
“O governador já tomou a decisão de que quer construir BRT. Eu particularmente acho que o governador deve ter seus motivos e suas razões e eu acho que tinha que ter feito uma discussão mais ampla com a sociedade. Esse contraditório é pelo fato, talvez porque faltou mais diálogo e entendimento. Pouco foi ouvido os prefeitos, se não me falha a memória, tanto da parte de Cuiabá, como da parte de Várzea Grande",
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Jayme lembrou que acompanha desde o início o impasse, desde seu primeiro dos seis anos de mandato como senador, e que existe "um questionamento jurídico se de fato pode mudar aquilo que inicialmente está pactuado contratualmente" e o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) pode não aceita a decisão do governador. Por outro lado, o parlamentar imagina que ao substituir para BRT tenha antes tido um entendimento com o Governo Federal, o MDR e a Caixa Econômica Federal, principal investidor do modal.
Se houve esse entendimento, ele que reforçou que "nunca foi ouvido" sobre a questão disse que como senador vai respeitar, mas que há uma insatisfação por alguma parcela. Por fim, Jayme concorda que não pode ficar sem dar uma destinação final para o modal.














Cristovam 02/01/2021
O governador, ou está levando alguma vantagem, ou decidiu enterrar 1,2 milhões de reais. Não sei, mas entendo que essa decisão é no mínimo uma falta de meditação administrativa grave. Talvez não tenha realmente feito uma análise criteriosa do assunto
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