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Cuiabá, 23 de Junho de 2026
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05 de Julho de 2018, 07h:00 - A | A

PODERES / REELEIÇÃO TUCANA

Grupo de Taques quer vice do agronegócio; Dorner e Sachetti são cotados

Vaga segue em aberto tendo deputado Adilton Sachetti e o empresário Roberto Dorner como nomes mais bem cotados para agregar votos.

MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO



A vaga de vice para a chapa liderada pelo governador Pedro Taques (PSDB), possível candidato à reeleição, já tem um perfil delineado. De acordo com o deputado Max Russi (PSB), um dos principais apoiadores do tucano, a preferência seria para um nome que venha do interior e que tenha, comprovadamente, boa aceitação nas urnas.

“Tem que ser alguém que agregue, que tenha densidade eleitoral, que traga votos, apoio, que traga segmentos, enfim, que apresente algo que atenda aos interesses da maioria da população. Ou de uma parte significativa da população”, disse.

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Entre os nomes cotados estariam o do deputado federal Adilton Sachetti (PRB) e do ex-deputado federal Roberto Dorner (PSD). Além deles, Russi não nega que ainda exista interesse em trazer o ex-ministro da Agricultura Neri Geller (PP). Os três são ligados ao agronegócio e têm base eleitoral no interior do Estado.

“Tem que ser alguém que agregue, que tenha densidade eleitoral, que traga votos, apoio, que traga segmentos, enfim, que apresente algo que atenda aos interesses da maioria da população. Ou de uma parte significativa da população”, disse.

Sachetti pretende disputar uma vaga ao Senado e já negou publicamente interesse em ser vice de Taques enquanto Geller e seu partido se colocam junto da chapa liderada pelo senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo do Estado.

O interesse, segundo Max Russi, é que a vaga de vice seja utilizada para formar aliança com um partido que ainda não esteja junto do grupo de Taques. Atualmente, o tucano tem PSDB, PSB, PPS, PRTB, Patriota, Solidariedade e PV como possíveis aliados em sua tentativa de reeleição. O objetivo seria chegar a 10 partidos.

Para ter o PSD com Roberto Dorner como vice, o ex-vice-governador Carlos Fávaro, presidente da sigla, teria de recuar da disputa por uma vaga no Senado.

“Disputa [deputado] federal, [deputado] estadual, acho que ele tem bastante votos para eleição. A eleição proporcional é interessante porque você mostra realmente a sua força”, disse Max Russi.

Os deputados estaduais do PSD – Leonardo Albuquerque, Gilmar Fabris, Ondanir Bortolini e Wagner Ramos – seguem na base do governador Pedro Taques, mesmo depois de Carlos Fávaro deixar o Governo.

O grupo do PSDB tem o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) como pré-candidato ao Senado. Além dele, Max Russi avalia que um bom nome para compor a chapa seria o da juíza aposentada Selma Rosane Arruda (PSL).

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rmt 05/07/2018

Chegou a hora de mudar tudo. NÃO REELEJAMOS OS QUE JÁ ESTÃO AI. PROVAM A TODO INSTANTE QUE SÓ INTERESSA O BOLSO DELES. O POVO QUE SE FERRE. HORA DE RENOVAÇÃO.

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