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27 de Março de 2018, 14h:09 - A | A

PODERES / OPERAÇÃO BERERÉ

Gaeco marca depoimentos de Wilson Santos e mais quatro deputados

Os deputados estaduais Ondanir Bortolini, o Nininho, Romoaldo Junior, José Domingos Fraga, Baiano Filho, o ex-deputado federal Pedro Henry, e o secretário estadual de Cidades e deputado licenciado Wilson Santos serão ouvidos no MPE.

RepórterMT

Wilson Santos será ouvido sobre supostos desvios no Detran.

Wilson Santos será ouvido sobre supostos desvios no Detran.

FLÁVIA BORGES
DA REDAÇÃO



Os deputados estaduais Ondanir Bortolini, o Nininho, Romoaldo Junior, José Domingos Fraga, Baiano Filho, o ex-deputado federal Pedro Henry, e o secretário estadual de Cidades e deputado licenciado Wilson Santos serão ouvidos no Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Gaeco, entre os dias 2 e 5 de abril no âmbito das investigações da Operação Bereré.

Também será ouvido o ex-chefe de Gabinete do ex-governador Silval Barbosa, Silvio Correa.

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A pedido do MPE, o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, José Zuquim Nogueira, determinou que todos passem a ser investigados.

Os crimes foram revelados nas delações do ex-presidente do Detran, Teodoro Lopes, o “Dóia”, do ex-governador Silval Barbosa e de seu irmão, Antonio Barbosa.

Operação Bereré

A Operação Bereré trouxe à tona um esquema de propina que envolve a contratação da empresa para prestar serviços no Detran, após delação feita pelo ex-presidente do Detran, Teodoro Lopes, o Dóia. Também delataram esquemas no Detran o ex-governador Silval Barbosa e o irmão dele, Toninho Barbosa.

Conforme auditoria realizada pela CGE, o Detran tem condições de realizar sozinho o serviço, sem a necessidade de que a empresa esteja envolvida.

O Ministério Público Estadual (MPE) percebeu que houve movimentação financeira nas contas bancárias dos investigados na operação entre os anos de 2009 e 2015. 

Os envolvidos, segundo o MPE, utilizavam empresas para movimentação de dinheiro, emissão de cheques de pequeno valor com o objetivo de não chamar a atenção para o esquema de lavagem de dinheiro.

Denúncias apontam também que foram feitas transferências e compensação de cheques entre firmas de membros da família e da própria família, além de envolvimento de empregados como destinatários de transferências ou cheques.

As investigações tiveram início na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Administração Pública e Ordem Tributária (Defaz), sendo que as medidas cautelares foram requeridas pelo Naco Criminal (Núcleo de Ações de Competência Originária) do Ministério Público Estadual e estão sendo cumpridas em Cuiabá, Sorriso e Brasília (DF), pelo Gaeco e Polícia Judiciária Civil, com apoio da Polícia Militar, por meio do Bope.

Veja lista de depoimentos

1. Pedro Henry Neto, 02/04/2018 – às 14h30
2. Ondanir Bortolini, 02/04/2018 - às 14h30
3. Antônio Eduardo da Costa e Silva, 03/04/2018 – às 10h00
4. José Joaquim de Souza Filho, 03/04/2018- às 10h00
5. Silvio Cezar Correa Araújo, 03/04/2018 - às 14h30
6. Romoaldo Aloisio Boraczynski Junior, 03/04/2018 - às 14h30
7. Dauton Luiz Santos Vasconcelos, 04/04/2018 - às 10h00
8. Wilson Pereira dos Santos, 04/04/2018 – às 10h00
9. José Domingos Fraga Filho, 05/04/2018 – às 10h00
10. Marilci Malheiros Fernandes de Souza Costa e Silva, 05/04/2018- às 10h00
11. Luiz Fernando da Silva Flaminio, 05/04/2018 – às 14h30
12. Maria de Fátima Azoia Pinoti, 05/04/2018 – às 14h30

 

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Maria Auxiliadora 27/03/2018

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Armindo de Figueiredo Filho Figueiredo 27/03/2018

COM TUDO ISSO, ainda querem se ELEGER...REELEGER... É DE LASCAR MESMO!!!!... Olho vivo nessa turma!!! ..... Fim de papo .....

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2 comentários