MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
O Democratas (DEM) tenta costurar um arco de alianças que poderia ter o MDB e o PSD em um palanque que já conta com PDT e PRB. O deputado federal Fábio Garcia, presidente regional do DEM, confirmou que esteve em reunião com o deputado federal Carlos Bezerra, presidente regional do MDB, no último final de semana.
“Foi uma conversa muito preliminar, apresentando o que a gente pensa para o Estado de Mato Grosso ao MDB. Não teve nenhuma definição. A gente vai continuar dialogando com todos aqueles que acreditam que a gente pode oferecer uma boa alternativa para Mato Grosso”, disse Garcia.
Garcia afirmou que o partido de Bezerra poderia fazer parte da chapa “se eles entenderem que o nosso projeto é um bom projeto para Mato Grosso”.
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“Foi uma conversa muito preliminar, apresentando o que a gente pensa para o Estado de Mato Grosso ao MDB. Não teve nenhuma definição. A gente vai continuar dialogando com todos aqueles que acreditam que a gente pode oferecer uma boa alternativa para Mato Grosso”, disse Garcia nesta segunda-feira (09).
O chapa tem o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) como possível candidato ao Governo do Estado, com grandes chances de o ex-prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta (PDT) ser candidato a vice-governador.
O MDB está em conversação com o senador Wellington Fagundes (PR), pré-candidato ao Governo do Estado, desde o ano passado. Se estiver na chapa de Fagundes, o MDB já exigiu a vaga de vice ou uma das vagas ao Senado. Fabio Garcia negou que o MDB tenha exigido, neste momento, qualquer vaga na coligação do DEM. “Como não houve essa exigência, a gente não precisa nem falar sobre isso agora”, se limitou a dizer.
PSD próximo
Outro partido que poderia fazer parte do arco de alianças com Mauro Mendes seria o PSD, do ex-vice-governador Carlos Fávaro, pré-candidato ao Senado. “Acredito que, sim, hoje o PSD tem uma proximidade muito grande e conversa conosco. Confiamos que estaremos junto com o PSD”, disse Garcia.
O deputado federal afirmou que as duas vagas ao Senado devem ser decididas com diálogo. O Democratas lançou a pré-candidatura do ex-governador Jayme Campos ao Senado e o deputado federal Adilton Sachetti (PRB) também é pré-candidato no grupo.
“É óbvio que temos três pré-candidatos e só temos duas vagas na coligação para o Senado. Você pode até ter uma candidatura avulsa, mas não é o que a gente pensa. Então, é com diálogo que a gente vai conseguir construir uma solução para esta questão”, declarou.
Garcia defendeu um entendimento e uma “união” entre as lideranças para decidir quem deverá disputar as duas vagas ao Senado. “Respeitaremos, obviamente, a opinião do PDT e do [Otaviano] Pivetta, respeitaremos a opinião do Adilton [Sachetti], mas respeitaremos a opinião do [Carlos] Fávaro, do Mauro [Mendes], do Júlio [Campos], do Jayme [Campos] e de todos os partidos e todas as lideranças que estão conosco. Nós vamos dialogar para tentar encontrar uma solução”, afirmou.
Garcia ainda tenta levar o PP para dentro do grupo. O partido, liderado pelo deputado federal Ezequiel Fonseca, se declarou anteriormente mais próximo ao senador Wellington Fagundes.
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Ana Paula 09/07/2018
Fábio Garcia é futuro valtenir da vida
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