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21 de Fevereiro de 2025, 10h:15 - A | A

PODERES / PRESÍDIOS DE MT

Fabio Garcia: Já recorremos contra todas decisões que permitiram a volta dos mercadinhos

O entendimento do Estado é que não há necessidade de mercadinhos, pois a administração estadual já oferece alimentos e produtos de higiene aos presos.

Mayke Toscano/Secom-MT

O secretário já havia adiantado que o Estado não mudaria de posição sobre a volta dos mercadinhos.

O secretário já havia adiantado que o Estado não mudaria de posição sobre a volta dos mercadinhos.

APARECIDO CARMO
DO REPÓRTERMT



O secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), garantiu nesta sexta-feira (21), que o Governo do Estado já recorreu ao Tribunal de Justiça contra as decisões que permitiram a volta dos mercadinhos em presídios de Mato Grosso. 

“Já entramos com uma medida que se estende a todas as decisões”, disse ao .

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Na terça-feira (18), o secretário já havia adiantado que o Estado não mudaria de posição e recorreria das decisões dos magistrados de Colniza, Sinop e Sorriso. 

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“Hoje a posição do governo é, como foi no projeto encaminhado para a Assembleia Legislativa e no veto encaminhado pelo governador à Assembleia Legislativa, a posição do governo é pelo fim dos mercadinhos no sistema prisional de Mato Grosso”, disse.

Em janeiro, o governador Mauro Mendes (União) sancionou a Lei n° 12.792, que definiu novas regras para as unidades prisionais do Estado. Dentre as principais regras estabelecidas, está a proibição dos “mercadinhos” nos presídios.

Já no último dia 10, Mauro publicou um decreto dando um prazo de 60 dias para que todos os mercadinhos existentes em unidades prisionais do estado fossem encerrados.

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Decreto de Mauro impõe 60 dias para que todos os mercadinhos em presídios sejam fechados

O entendimento do Estado é que a lei prevê esse tipo de comércio apenas quando a administração estadual não consegue oferecer aos detentos tudo o que eles precisam para se alimentar e higienizar, o que não seria o caso. 

O Ministério Público de Mato Grosso se posiciona na mesma linha. O coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), promotor Adriano Roberto Alves, entende que esses mercadinhos são usados para lavagem de dinheiro das facções criminosas.

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Lucas Oliveira 21/02/2025

Está é a herança maldita deixada pela gestão dos CARECAS que dizem as bocas malditas que ainda estão tentando voltar e se isso ocorrer seria o fim do sistema penitênciario de mato grosso .

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1 comentários