MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), afirmou que pretende criar uma Secretaria Municipal de Turismo na Capital até o início de 2019. Atualmente, Cuiabá tem 20 pastas sendo que três foram criadas ou recriadas pelo emedebista desde o início de sua gestão, em 2017.
Emanuel disse que pretende contemplar o chamado “trade turístico”, que engloba representantes de hotéis, bares, restaurantes, centros de convenções, agências de viagens, empresas de transporte e outros agentes envolvidos na cadeia do turismo.
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"Eu tenho um compromisso para fomentar uma política de turismo para Cuiabá, que até hoje não teve essa política”, declarou Emanuel.
“Eu tenho um compromisso com o trade turístico de, para os 300 anos de Cuiabá, criar uma Secretaria de Turismo. Neste momento eu estou estudando isso. Eu tenho um compromisso para fomentar uma política de turismo para Cuiabá, que até hoje não teve essa política”, declarou.
Atualmente, as ações de turismo na prefeitura estão alocadas junto a Cultura e Esporte. Sobre o modelo de gestão da nova secretaria, o prefeito avaliou que deve ser voltado para a busca de parcerias com a iniciativa privada para investimentos e organização do setor na Capital.
“Ela tem que entrar no ritmo da gestão. Buscar o envolvimento direto com trade turístico, com os segmentos organizados da sociedade, com o setor privado, para que possamos aproveitar esse potencial enorme e adormecido que Cuiabá tem para o turismo”, projetou.
O ex-prefeito Mauro Mendes (DEM) fez uma reforma administrativa em 2014, reduzindo de 24 para 17 o número de secretarias. Quando assumiu, Emanuel Pinheiro recriou a Secretaria de Governo e desmembrou a Comunicação, tornando-a independente. Já na metade de 2017, o prefeito criou a Secretaria Extraordinária dos 300 anos de Cuiabá (SEC 300), com o objetivo de administrar projetos para o aniversário da Capital.
Das pastas já existentes, o emedebista ainda disse que pensa em trocas de comando, mas preferiu não adiantar nomes. “Eu penso nisso sim, uma minirreforma, você vai ajustando, né? Depois de dois anos de mandato, que eu vou completar em 1º de janeiro, é o momento de você parar, analisar a gestão, os quadros, a composição política. É um momento natural”, avaliou.
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