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10 de Setembro de 2026

24 de Maio de 2024, 17h:00 - A | A

PODERES / QUEIJO SUÍÇO

Emanuel culpa chuvas pela buraqueira e destina R$ 15 milhões para operação: "Em 90 dias será coisa do passado"

O prefeito da Capital alegou, mais uma vez, que a demora na execução da operação tapa-buracos foi causada pela grande quantidade de chuvas

Daffiny Delgado/Repórter MT

No planejamento do gestor, os buracos deverão ser completamente tapados em até 60 dias

No planejamento do gestor, os buracos deverão ser completamente tapados em até 60 dias

KARINE ARRUDA
DAFFINY DELGADO



O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), prometeu dar um fim definitivo na buraqueira que toma conta de ruas e avenidas da Capital. Em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (24), o gestor municipal, ao lançar a ampliação das obras de tapa-buraco, estabeleceu um prazo para solucionar o problema: 90 dias. Para isso, o município pretende gastar R$ 15 milhões.

Na ocasião, Emanuel fez questão de deixar claro que o “quebra-quebra” só não foi resolvido antes por conta da grande quantidade de chuvas que atingiram a Capital.

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“Choveu muito, atrasou muito o nosso trabalho, mas agora é uma programação que estamos fazendo para que, no prazo máximo de 90 dias, os buracos sejam coisa do passado. Esse é o prazo máximo, o nosso planejamento é 60 dias”, afirmou.

Nesse período, será colocada em prática uma força-tarefa composta por nove equipes das secretarias de Obras e da de Mobilidade Urbana. O cronograma das obras ainda será divulgado.

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Vale ressaltar que essa já não é a primeira vez em que o prefeito apresenta fala do período chuvoso para justificar a não conclusão dessas obras. No dia 1º de março deste ano, Emanuel disse que entende as reclamações da população sobre a “buraqueira” que toma conta das ruas de Cuiabá, mas argumentou que não era possível fazer milagre.

“O período das águas é assim mesmo. Cuiabá sempre teve buraco, principalmente no período das águas, de dezembro a março, desde que o mundo é mundo chove nessa época em Cuiabá e não dá para fazer milagre”, pontuou.

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