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O ex-governador Jayme Campos e o deputado federal Nilson Leitão receberam recursos dos diretórios nacionais de seus partidos.
MIKHAIL FAVALESSA
DA REDAÇÃO
Dos 11 candidatos ao Senado Federal em Mato Grosso, sete já declararam doações recebidas para suas campanhas. O ex-governador Jayme Campos (DEM) e o deputado federal Nilson Leitão (PSDB) lideram em doações recebidas – os dois tiveram recursos destinados pelos diretórios nacionais de seus partidos.
Foram doados R$ 500 mil a leitão pelo Diretório Nacional do PSDB com recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral. Jayme Campos recebeu o mesmo valor do Diretório Nacional do DEM.
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No total, o ex-governador Jayme Campos recebeu R$ 1 milhão em recursos para a campanha, sendo que R$ 514 mil saíram do bolso do próprio candidato. Os candidatos ao Senado em Mato Grosso têm um limite de R$ 3 milhões em gastos de campanha.
Outro que recebeu dinheiro do Fundo Eleitoral foi o procurador Mauro (PSOL). O partido, porém, tem direito a um valor bem menor dos recursos. São R$ 21,4 milhões para as candidaturas do PSOL em todo o país, incluindo à Presidência da República, enquanto o PSDB tem R$ 185,8 milhões e o DEM, R$ 89,1 milhões. Assim, o procurador recebeu R$ 3 mil para sua campanha.
O ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) declarou R$ 100 mil em doações, sendo que todo o valor foi doado por uma única pessoa. O empresário Guilherme Mognon Scheffer fez a doação à campanha de Fávaro.
O deputado federal Adilton Sachetti (PRB) também recebeu uma doação de pessoa física: R$ 50 mil de Natasha Preza Sachetti. A campanha do advogado criminalista Waldir Caldas (Novo), por sua vez, declarou ter recebido R$ 1.064,00 em recursos próprios do candidato e outros R$ 18.914,00 em doações de 20 pessoas físicas diferentes.
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