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Dos 17 presentes, apenas sete ficaram no plenário, o que representou falta de quórum para votar os vetos do Governo.
RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO
Os deputados de oposição e de situação ao Governo esvaziaram o Plenário durante a sessão da Assembleia Legislativa, na noite de terça-feira (17), para não votar os vetos do Governo em projetos e, com isso, abrir a pauta para a votação para novas propostas de interesses do Executivo como é o caso do Fundo de Estabilização Fiscal – que prevê arrecadar mais R$ 180 milhões para a Saúde - que deve ser enviado em breve ao Legislativo e as Contas de Governo Pedro Taques referentes a 2016.
“Não tem falta de quórum. Pelo contrário, teve 17 deputados. Agora isso é uma articulação que faz parte da política, ou seja, esvaziar o Plenário é um direito do parlamentar”, declarou Botelho.
Dos 17 presentes, apenas sete ficaram no plenário, o que representou falta de quórum. Por causa, disso, a ordem do dia, momento em que são votados os projetos de lei, precisou ser cancelada pelo presidente do Legislativo, Eduardo Botelho (DEM).
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“Não tem falta de quórum. Pelo contrário, teve 17 deputados. Agora isso é uma articulação que faz parte da política, ou seja, esvaziar o Plenário é um direito do parlamentar”, declarou o democrata.
Para Botelho, é necessário que a base aliada do governador Pedro Taques volte a se articular para votar vetos para que outras matérias de interesse, principalmente, do Governo entrem na pauta parlamentar.
“Cabe ao líder de o Governo fazer essa articulação com a base. Porque para a oposição é melhor que fique atrasado. Nós temos as contas do Governo para aprovar e o projeto do fundo”, argumentou.
A oposição, que é contra o projeto de estabilização fiscal, tenta atrasar a votação e, com isso, ganhar tempo para que o governador não consiga sancionar o projeto a tempo de executá-lo. A medida é uma forma de paralisar a atual gestão para que o tucano não ganhe fôlego até o início da corrida eleitoral deste ano, já que é candidato à reeleição.
Os parlamentares de oposição também tentam impedir a votação das contas do Governo – exercício 2016 - já aprovadas pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO).
O assunto deve voltar à pauta do Plenário na manhã desta quarta-feira (18).














