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Leilão das concessões foi realizado nesta quarta-feira *(28) na Bolsa de Valores em São Paulo.
DA REDAÇÃO
Governador Pedro Taques (PSDB) bateu o martelo na Bolsa de Valores nesta quarta-feira (28) e Mato Grosso encaminhou as concessões de 300 km de rodovias estaduais.
O Consórcio Via Brasil ganhou os dois lotes envolvendo os trechos de 111,9 km da rodovia MT-100 em Alto Araguaia (Lote 1) e de 188,2 Km da rodovia MT-320/MT-208 em Alta Floresta (Lote 2).
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A licitante Consórcio Via Brasil, representada pela corretora H. Comcor DTVM, ofertou o lance de R$ 10,05 milhões, maior valor de outorga fixa ofedtado para o lote 1 (Alto Araguaia), que representa um ágio de 179,16% sobre o valor de outorga mínimo de R $ 3,6 milhões definido no edital.
Para o lote 2, (Alta Floresta), novamente o Consórcio Via Brasil foi a vencedora, ao ofertar o lance de R $ 6,16 milhões, maior valor de outorga fixa, representando um ágio de 516% sobre o valor de outorga mínimo de R $ 1 milhão definido no edital.
Concessão será por 30 anos. O Consórcio Via Brasil é formado pelas empresas: Conasa Infraestutura S.A (Londrina –PR), Zetta Infraestrutura e Participações (São Paulo – SP), Construtora Rocha Cavalcante (Campina Grande – PB), Fremix Pavimentação e Construção (Barueri – SP), FBS Construção Civil e Pavimentação (São Paulo – SP) e CLD – Construtora Laços Detetores e Eletrônico (São Bernardo do Campo - SP).
A medida visa tornar mais eficiente o modelo de concessão, visando fortalecer a segurança jurídica, e ajudar Mato Grosso a retomar o crescimento a partir dos investimentos na melhoria da infraestrutura.
"Entendemos que as concessões são instrumentos modernos para garantir a qualidade das rodovias estaduais. O Pró-Estradas Concessões é um programa que vem a somar como uma nova agenda de desenvolvimento de Mato Grosso. O Brasil hoje não tem como pensar em fazer investimentos em infraestrutura sem Parcerias Público Privadas (PPP). A essência do programa é trazer o capital privado para investir no Estado”, afirmou o secretário da Sinfra, Marcelo Duarte.
O modelo escolhido para fazer a concessão, que se assemelha ao usado pelo governo de São Paulo, segundo Camilo Fraga, foi uma escolha, já que também foi estudada a possibilidade de se usar o modelo do governo federal (critério de leilão por menor tarifa). A escolha pelo modelo paulista foi adotada devido ao risco para o projeto, se adotado o modelo de menor tarifa.















Cristiano 28/02/2018
Bom para os grandes. Retorno para os menos favorecidos quase zero.
Carlos Nunes 28/02/2018
Ih! Alguém já disse que a tal Terceirização é o Atestado de Incompetência Gerencial...na mão do Governo o negócio não funciona, é uma porcaria, só dá prejuízo. Aí, Terceiriza e MILAGROSAMENTE, o que só dava prejuízo passa a dar só lucro. O Grupo empresarial vai encher os bolsos por 30 anos...na verdade só entrou no negócio porque viu vantagens e mais vantagens. Então...Terceirização pro Governo é bom, pro Grupo Empresarial é ótimo. E pro contribuinte? Pra nós, os eleitores, os verdadeiros donos do Poder? Pra nós é péssimo...seremos nós que pagaremos a conta NA MARRA. Pagaremos duas vezes: o lucro do Grupo Empresarial e a mordida do Governo, que não perde nunca. Pagaremos por 30 anos, uma coisa que era nossa. Os maiores defensores da Privatização/Terceirização defendem que devíamos Terceirizar o Governo inteiro...PRA QUE GOVERNO? É só contratar uma Empresa pra administrar tudo...aí a gente só paga um vez, e Governo nenhum dá mordida no nosso dinheiro. Tira o Governo como atravessador, uai.
2 comentários