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Adilton Sachetti é um dos parlamentares dissidentes do PSB, depois que o deputado federal Valtenir Pereira assumiu o comando da sigla no Estado.
CAROL SANFORD
DA REDAÇÃO
O deputado federal Adilton Sachetti (sem partido) revelou ter a intenção de disputar uma vaga ao Senado, após a desistência do ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), em buscar a reeleição.
“As coisas mudam muito rápido na política. A desistência do Blairo mexe com a posição para onde estávamos indo. O projeto ao Senado me motiva e tenho condições de pleitear a vaga, mas isso deverá ser construído”, disse Sachetti.
O parlamentar vinha mantendo conversas para se filiar ao DEM, no intuito de garantir uma candidatura à Câmara Federal, porém, declarou que a saída de Maggi do pleito, abre a possibilidade de buscar a eleição para o Senado pelo PP. O comunicado de uma nova reavaliação do rumo que seguirá foi feito pelo parlamentar a seu grupo, durante reunião dos Democratas, na segunda-feira (26).
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Sachetti é um dos parlamentares dissidentes do PSB, depois que o deputado federal Valtenir Pereira assumiu o comando da sigla no Estado.
“O partido tinha uma vaga ao Senado garantida com o Blairo. Por isso, não abrimos mão de em qualquer composição fazermos parte da chapa majoritária”, pontuou o líder progressista.
Segundo ele, as conversas estavam mais avançadas para buscar a reeleição com o DEM porque o PP já possui dois pré-candidatos a deputados federais, sendo o deputado Ezequiel Fonseca e o secretário do Ministério da Agricultura, Neri Geller. Já para buscar candidatura ao Senado, o DEM seria inviável, pois o atual secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos, figura como um dos nomes mais cotados.
“As coisas mudam muito rápido na política. A desistência do Blairo mexe com a posição para onde estávamos indo. O projeto ao Senado me motiva e tenho condições de pleitear a vaga, mas isso deverá ser construído”, disse Sachetti.
O presidente estadual do PP, Ezequiel Fonseca, não descartou a possibilidade do partido fazer o convite para que Sachetti filie-se à sigla e dispute uma vaga para senador.
“O partido tinha uma vaga ao Senado garantida com o Blairo. Por isso, não abrimos mão de em qualquer composição fazermos parte da chapa majoritária”, pontuou o líder progressista.
Por outro lado, as lideranças ainda avaliam a permanência ou não na base aliada do Governo Pedro Taques (PSDB). Ezequiel defendeu que a sigla vá para a oposição, porém, afirmou que o assunto ainda não foi definido internamente.
“Minha orientação é contra o Governo, mas pessoas dentro do partido querem permanecer. Vamos ouvir a todos e chegar a um consenso”, comentou.
Já Sachetti, acredita que a discussão com Taques não deve ser bloqueada.
“Tudo tem que ser conversado. O Governo tem um desgaste, mas não dá para bloquear a conversa, pois, na política, isso é ‘morder a língua’”, afirmou.














