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17 de Maio de 2017, 09h:04 - A | A

PAPO RETO / ATRAVÉS DE ESCUTAS

Polícia investigou atentado de Arcanjo contra vida de Pedro Taques

RepórterMT

Enquanto procurador da República, Pedro Taques foi um dos responsáveis pela prisão de João Arcanjo Ribeiro, ex-chefe do crime organizado de Mato Grosso.

Enquanto procurador da República, Pedro Taques foi um dos responsáveis pela prisão de João Arcanjo Ribeiro, ex-chefe do crime organizado de Mato Grosso.

DA REDAÇÃO



Antes do "escândalo dos grampos", a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) chegou a investigar uma denúncia de ameaça a vida do governador Pedro Taques (PSDB), que teria partido do ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro.

Arcanjo foi preso por Taques em 2003, na Operação Arca de Noé.

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Também através de escutas autorizadas pela Justiça, logo depois da posse do governador, em 2015, descobriu-se o envolvimento de funcionários da Casa Civil do Estado com Arcanjo. No entanto, as interceptações duraram apenas 45 dias e nada foi constatado que colocasse a vida de Taques em risco.

Curiosamente, algumas dessas pessoas "grampeadas" estão na lista do esquema denunciado pelo promotor Mauro Zaque e que teve início em 2014.

O esquema de escutas ilegais, chamado "barriga da aluguel", veio à tona na semana passada e apontou que a Polícia Militar interceptava ligações de políticos, advogados, médicos, empresários e jornalistas, alegando envolvimento deles em investigação de tráfico de drogas.

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