RAFAEL MACHADO
DA REDAÇÃO
Com a decisão do PDT nacional de proibir aliança com partidos que compõem o bloco conhecido como Centrão, entre eles o DEM, pode inviabilizar o apoio dos pedetistas à chapa encabeçada pelo ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), ao Governo, que até então tinha o nome do ex-prefeito de Lucas do Rio Verde, Otaviano Pivetta (PDT) como escolha para a candidatura de vice-governador.
A decisão ocorreu após o grupo ter desistido da pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República e declarar apoio a Geraldo Alckmin (PSDB). O Centrão é formado pelo PP, PR, DEM, PRB e Solidariedade.
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"Se ele disser, olha não tem exceção, aí nós teremos que procurar nosso caminho, nosso destino também, isso é obvio. Agora, se ele disser tem exceção vão continuar trabalhando junto com o DEM”, disse Viana.
Além do veto ao DEM a decisão nacional também inviabiliziaria uma possível aliança com a chapa do senador Wellington Fagundes, que é do PR.
O presidente do PDT em Mato Grosso, deputado Zeca Viana, irá se reunir com o presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, para debater se há exceção na restrição, caso não haja, a legenda poderá articular uma chapa pura.
“Eu vou ver com ele. Eu quero ouvir dele se realmente essa regra vai ser irredutível ou vai abrir alguma exceção. Se ele disser, olha não tem exceção, aí nós teremos que procurar nosso caminho, nosso destino também, isso é obvio. Agora, se ele disser tem exceção vão continuar trabalhando junto com o DEM”, disse Viana.















Ubaldo Junior 01/08/2018
Que povo chato esses caras do PDT , tao se achando demais. Esses caras nao tem voto pra eleger nhenhum deputado federal em MT ou seja 160 mil votos. No maximo se irem de chapa propria eles elegem so' um estadual. Com Piveta, Zeca Viana ou sem eles o MAURO e JAIME que sao do DEM ganham essa eleiçao.
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