DO REPÓRTERMT
A atuação do senador Wellington Fagundes (PL) durante debate hoje (18), realizado pela Rádio Centro América FM e pelo Portal Primeira Página, gerou forte repercussão entre defensores de direitos sociais. Durante confronto de propostas, ele foi questionado pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos) sobre políticas públicas voltadas a pessoas neurodivergentes e se confundiou ao ponto de vincular o conceito à dependência química.
A declaração foi duramente criticada pela vereadora Maysa Leão (Republicanos), mãe atípica e atuante na causa. Para a parlamentar, a confusão conceitual expõe o distanciamento de figuras públicas em relação a uma pauta urgente que impacta milhares de famílias mato-grossenses.
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“Neurodivergente não é adicto. É inadmissível que alguém que ocupa uma cadeira no Senado Federal e pretende governar Mato Grosso demonstre desconhecimento sobre uma pauta que envolve milhares de famílias. Inclusão não pode ser tratada de forma superficial, muito menos confundida com dependência química”, declarou Maysa.
A vereadora também questionou o tratamento dado às instituições filantrópicas que prestam serviços essenciais na área, como as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e as Pestalozzis, reforçando que a formulação de políticas públicas exige profundo conhecimento prático e compromisso contínuo, para além do período de campanha eleitoral.










Gutemberg Abreu 19/08/2026
Eu assisti o debate e ficou claro que o mesmo ficou no campo do ataque e defesa e poucas propostas, será preciso mais preparo e conhecimento da realidade do estado. vamos aguardar os próximos debates.
Ronisi Costa 18/08/2026
Pelo que li, os dois candidatos não souberam pronunciar a palavra neurodivergentes corretamente. Certamente, precisam se atualizar e ouvir as Famílias atípicas que tanto anseiam por políticas públicas para seus filhos.
2 comentários