DO REPÓRTER MT
Focado em sua própria reeleição em Várzea Grande, o prefeito Kalil Baracat prefere se manter longe das discussões sobre o diretório do seu partido, o MDB, em Cuiabá. Contudo, reconhece que a agremiação segue rachada mesmo após a intervenção da Nacional pela escolha de Francisco Faiad como presidente da comissão provisória.
"Não se pode negar. Está visível e notório", comenta Kalil sobre o clima nada amistoso internamente. "Estou focado nas minhas obras, discutindo as questões de Várzea Grande". O racha agora é motivado pela definição de onde estará o MDB nas eleições municipais.
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Faiad, que é do grupo do prefeito Emanuel Pinheiro, defende uma candidatura própria do partido para sucessão do prefeito, visando no mínimo a barganha do segundo turno e o aumento de parlamentares na Câmara de Vereadores, mesmo com todos os custos da disputa majoritária.
Já o grupo comandado pela deputada Janaina Riva prefere hipotecar apoio à candidatura de Eduardo Botelho (União). Posicionamento aliás, assegurado pelo eterno chefe do MDB, ex-deputado federal Carlos Bezerra.













