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Cuiabá, 17 de Junho de 2026
17 de Junho de 2026

23 de Junho de 2012, 09h:50 - A | A

OPINIÃO / PAULO ZAVIASKY

O prefeito da Copa

PAULO ZAVIASKY



Até final do mês passado havia seis pré-candidatos a candidatos em Manaus (AM), dos quais apenas um não era natural daquela capital. Era um bom nordestino e as pesquisas de lá o apontavam em último lugar com zero/nenhuma intenção de votos daquele povo.


No nordeste inteiro, por sua vez, apenas os mais ligados aos eternos donos de todas aquelas belas cidades recebem autorizações para ganharem as eleições, sem muito espernear. Desde que sejam nordestinos também, filhos ou familiares, parentes ou aqueles capachos do mundo que fazem tudo que o mestre mandar.


Em Minas Gerais existem, hoje, quatro mineiros que são pré-candidatos a candidatos à prefeitura de lá. Há um quinto que não é nascido no Estado de Minas Gerais. É um gaucho natural de Pelotas (RS). A tradicional família mineira o retirou das pesquisas.

O estado de São Paulo, como o nordeste, os mesmos de sempre, covardes e incompetentes vassalos dos muros e dos banqueiros, múmias incorporadas que mais se preocupam com as paradas, aliciamentos, drogas, cantorias de loucos, cotas e indenizações aos que eram contrários ao regime militar.


Com o detalhe de que todos são proprietários de emissoras de rádio, TV e jornais e/ou apresentadores, além de surgirem, de repente, nesta época apenas, como articulistas de tudo quanto é mídia, numa afronta às leis.


Dentre esses, a pátria inteira sabe e conhece muitos que eram anticomunistas ferrenhos, dedos-duros dos quartéis que hoje são cotistas de indenizações por “árduas lutas” das mentiras contra o regime militar, exilados dos turismos internacionais antigos, presidiários, assassinos e ladrões de galinhas a bancos de verdade. Condenados que hoje, safadamente, reivindicam, também, verbas milionárias como “missionários comunistas de ontem”, políticos de hoje.

O povo acaba de descobrir os motivos da garra e da luta do ex-presidente Lula e sua turma. São porta-vozes dos “mensaleiros” e dos maiores acusados dos também maiores crimes contra a nação brasileira de nossa história, nesta ditadura político-partidária onde os homens dos presidentes atuais tanto seguram, amparam, cercam e protegem a fim de tentar, a todo custo, continuar no poder o quanto mais possível.

O motivo é um só. Sabem que se deixarem escapar essa proteção do poder, serão “presos, chicoteados e arrebentados”, como dizia até mais duramente o ex-presidente general João Figueiredo ao seu cavalo cujo cheiro ele apreciava e declarava preferir ao do povo.


Concluo neste espaço, após essa moldura micro-histórica, que em Goiânia (GO) os candidatos à prefeitura de lá são naturais de Goiânia (GO). E por lá, terra boa de tantas saudades das visitas, há homens de verdade. Os outros trinta e nove pré-pré-candidatos oriundos de outras plagas irmãs receberam cada cascudo na nuca que Deus-me-livre e são hoje, todos 'ex-ex'.


Por “lás” não existe essa coisa de “xenofobismo”, jogo de cintura ou tratar bem os extraterrestres e alienígenas. Na hora de a onça beber água, é pau na moleira dos aventureiros gaúchos, paulistas, nordestinos, mato-grossense e, principalmente cuiabanos!


Eles arregaçam as mangas e fazem questão de limpar, eles mesmos, o galinheiro deles para mostrar aos visitantes a capacidade da gente goiana, reconhecidamente excelente.

E em Cuiabá (MT), gente? O cuiabano tira a camisa, abaixa as calças, fica nu e de costas para quem falar mais grosso ou hipnotizar melhor. Escolhem os mais burros daqui para serem ‘vices’. Driblam a Justiça daqui com ilusionismos mágicos dos famosos “dois pesos diferentes para duas medidas iguais”.

Soltam listas de acusações graves de inelegibilidades e deixam de publicar o resto dessa mesma listona.


O pior poderá acontecer agora. Cassaram o bom e competente deputado Zé do Pátio, de Rondonópolis (MT), gente boa e jovem, por pagar mil camisetas na campanha passada. Agora, estão gritando por aí que deixarão de cassar o bom e também excelente Mauro Mendes pré-pré-prefeitável aqui de “Goiânia (GO)”, porque também pagou o dobro, duas mil camisetas, na sua última derrota eleitoral passada.


*Paulo Zaviasky é jornalista.


A redação do RepórterMT não se responsabiliza pelos artigos e conceitos assinados, aos quais representam a opinião pessoal do autor.

 

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