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26 de Junho de 2015, 10h:49 - A | A

JUDICIÁRIO / ESCÂNDALO DOS MAQUINÁRIOS

Réu dispensa depoimento de Blairo como testemunha e audiência é cancelada

Conforme despacho da Juíza responsável pelo caso, Selma Rosane Arruda, a defesa do réu Otávio Conselvan, manifestou-se desistindo de ter Blairo como testemunha do acusado.

RepórterMT

A dispensa da oitiva, de fase de instrução, então foi publicada no Diário da Justiça.

A dispensa da oitiva, de fase de instrução, então foi publicada no Diário da Justiça.

DA REDAÇÃO



Foi cancelada a audiência em que o senador Blairo Maggi (PR) iria depor como testemunha, às 11 desta sexta-feira (26), na Sétima Vara Criminal de Cuiabá, em uma das ações decorrentes do “escândalo dos maquinários”.

Conforme despacho da Juíza responsável pelo caso, Selma Rosane Arruda, a defesa do réu Valmir Gonçalves de Amorim, manifestou-se desistindo de ter Blairo como testemunha do acusado. O acusado é grande empresário dono da Dymak Máquinas Rodoviárias Ltda.

A dispensa da oitiva, de fase de instrução, então foi publicada no Diário da Justiça.

O CASO

12 réus respondem pelo superfaturamento no valor de R$ 44 milhões em compras de máquinas agrícolas, em 2009, época em que Maggi era governador de Mato Grosso.

12 réus respondem pelo superfaturamento no valor de R$ 44 milhões em compras de máquinas agrícolas, em 2009, época em que Maggi era governador de Mato Grosso.

Todos os denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE) estavam envolvidos no programa “MT 100% Equipado”, voltado para a qualificação do agronegócio, entre eles o secretário Vilceu Marchetti (Infraestrutura), assassinado dia 7 de julho de 2014. A morte ainda está sendo investigada pela Polícia.

Marchetti e outro secretário de Maggi, Geraldo De Vitto (Administração), assim como as empresas citadas, foram condenados por improbidade administrativa pelo então juiz federal Julier Sebastião, na ação que tramita na Justiça Federal de Mato Grosso e está em fase de recurso. Julier, no entanto, inocentou o ex-secretário Éder Moraes (Fazenda) e Maggi, por isso ele está na condição de testemunha.

 

O MPE tentou reverter a situação pedindo a indisponibilidade de bens de Maggi e o ressarcimento aos cofres públicos do valor desviado, mas a juíza Célia Regina Vidotti julgou pela extinção o processo entendendo que não havia nenhum fato novo no processo que justificasse isso. 

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sme 29/06/2015

A verdade que esse processo um de milhões que não vai dar nada, mas na verdade os tempo são outros como Arcanjo está preso, Riva já foi também o outro Eder Moura esta guardado só falta o chefe Blairo e isso e onde que tudo começou. mas tenho fé que ele vai fazer parte dessa equipe do carumbé. mas a justiça tarda mas não falha. a hora esta chegando.

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1 comentários