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10 de Novembro de 2016, 14h:27 - A | A

JUDICIÁRIO / FRAUDES NA SEDUC

Empresário diz que Fábio Frigeri indicava que empreiteiros procurassem Guizardi

Segundo a testemunha José Carlos Pena, o ex-servidor lhe entregou papel com nome e telefone de Giovani Guizardi, que lhe cobrou propina.

CELLY SILVA
DA REPORTAGEM



A juíza Selma Rosane Santos Arruda, dando continuidade às audiências de instrução e julgamento referente à operação Rêmora, ouve na tarde desta quinta-feira (10) três testemunhas de acusação, são eles: José Carlos Pena da Silva, Luiz Carlos da Silva e Antônio Carlos de Deus. Ois dois primeiros foram arrolados pelo Ministério Público Estadual (MPE) e o último pelo Juízo porque foi ouvido pelos investigadores após o aditamento da denúncia. 

A operação Rêmora, que foi deflagrada em duas fases, realizadas pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), em maio e julho deste ano, apura esquema de corrupção na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), na atual gestão do governo. De acordo com a denúncia do MPE, o esquema era composto por um grupo de servidores liderados pelo ex-secretário de Educação do Estado, Permínio Pinto (PSDB) e outro grupo formado por empreiteiros cartelizados e que pagavem propina de 3% a 5% par apoder participar das licitações orçadas em R$ 56 milhões, para obras de reforma e construção de escolas em Cuiabá e no interior.  

Acompanhe os principais momentos da audiência: 

 

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