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09 de Julho de 2015, 10h:15 - A | A

JUDICIÁRIO / OPERAÇÃO ARARATH

Éder deixa prisão nesta quinta para depor sobre lavagem de dinheiro e corrupção

Os depoimentos fazem parte dos desdobramentos da Operação Ararath, da Polícia Federal, que já deflagrou sete etapas no Estado.

RepórterMT

Preso há 99 dias esta será a primeira vez, que o ‘ex-homem forte’ das gestões Silval e  Maggi, deixa o Carumbé desde que foi detido pela segunda vez na Operação Ararath.

Preso há 99 dias esta será a primeira vez, que o ‘ex-homem forte’ das gestões Silval e Maggi, deixa o Carumbé desde que foi detido pela segunda vez na Operação Ararath.

RAFAEL DE SOUSA
DA REDAÇÃO



Estão marcados para esta quinta-feira (9), com previsão de inicio às 13h30 na Justiça Federal, os depoimentos do ex-secretário de Fazenda Éder Moraes (PHS), juntamente com os advogados e irmãos Alex Tocantins Matos e Kleber Tocantins Matos réus em ação penal da Operação Ararath, que investiga crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, além do pagamento do precatório na ordem de R$ 19 milhões a empresa Hidrapar Engenharia Civil.  

Preso há 99 dias esta será a primeira vez, que o ‘ex-homem forte’ das gestões Silval Barbosa e Blairo Maggi, deixa o Centro de Custódia de Cuiabá desde que foi detido pela segunda vez.

Os depoimentos fazem parte dos desdobramentos da Operação Ararath, da Polícia Federal, que já deflagrou sete etapas no estado. A ação penal que tramita na 5ª Vara Federal sob a jurisdição do juiz Jeferson Schneider deveria ter sido realizada no dia 2 deste mês, mas a Justiça não teria conseguido intimar uma das testemunhas que reside em outro Estado. Éder será escoltado por policiais e por isso não poderá falar com a imprensa.

Preso há 99 dias esta será a primeira vez, que o ‘ex-homem forte’ das gestões Silval Barbosa e Blairo Maggi, deixa o Centro de Custódia de Cuiabá desde que foi detido pela segunda vez.

Para dar mais celeridade ao processo o juiz está tomando depoimento de várias testemunhas por meio de vídeo conferência e por cartas precatórias enviadas as comarcas onde cada um reside. No caso do réu Kleber Tocantins, o juiz Jeferson Schneider homologou a desistência de uma testemunhada a pedido da defesa.

Para dar mais celeridade ao processo o juiz está tomando depoimento de várias testemunhas por meio de vídeo conferência e por cartas precatórias enviadas as comarcas onde cada um reside.

ENTENDA O CASO

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF) Éder Moraes, então secretário de Fazenda, e os advogados Kleber e Alex foram denunciados por um esquema que furava fila de pagamento de precatórios do Estado, benefício concedido pelo governo que beneficiam servidores e empresas prestadoras de serviços. A denúncia aponta que os três combinavam a ordem cronológica de pagamentos em benefício da empresa Hidrapar Engenharia Civil, com isso conseguiam propina de R$ 5 milhões, valor enviado diretamente para o ‘caixa dois’ das campanhas eleitorais. Com isso Éder fortalecia seu grupo político. A investigação ponta um rombo de R$ 19 milhões.

 

Os policiais federais descobriram o esquema após um acordo de delação premiada com empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o Júnior Mendonça, proprietário das empresas Globo Fomento Ltda e Amazônia Petróleo e dono que emprestava dinheiro a grandes políticos de Mato Grosso.

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Maria da Graça 13/07/2015

Está corado hein.. para quem está na prisão.. !!!

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1 comentários