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31 de Outubro de 2026

04 de Setembro de 2025, 13h:15 - A | A

GERAL / PANE ELÉTRICA

Pronto-Socorro de VG fica sem energia e pacientes da UTI e centro cirúrgico são transferidos

O problema começou por volta de 01h e se agravou às 2h40, quando o  transformador queimou.

Secom-VG

Pacientes foram transferidos durante a madrugada para hospitais de Cuiabá.

Pacientes foram transferidos durante a madrugada para hospitais de Cuiabá.

EDUARDA FERNANDES
DO REPÓRTER MT



Oscilação de energia elétrica comprometeu o funcionamento do Pronto-Socorro de Várzea Grande, fazendo com que 22 pacientes fossem transferidos na madrugada desta quinta-feira (4). O problema começou por volta de 01h e se agravou às 2h40, quando o  transformador queimou, afetando principalmente as alas de UTIs adulta e pediátrica, além do centro cirúrgico.

Ao todo, 22 pacientes, sendo 19 adultos e 3 crianças, precisaram ser transferidos para outros hospitais de Cuiabá.

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Do total, sete adultos e duas crianças foram recebidos no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), um paciente foi encaminhado ao Hospital Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC), e os demais foram distribuídos entre o Hospital Metropolitano, Santa Casa e Júlio Müller.

Na UTI Neonatal, um recém-nascido de 15 dias foi transferido para o Hospital Santa Helena. 

Apesar da gravidade da situação, as baterias dos ventiladores pulmonares os mantiveram estáveis durante todo o período e as transferências foram realizadas com segurança, por meio de equipes de UTI Móvel, incluindo ambulâncias do SAMU.

A força-tarefa contou com a atuação conjunta da equipe do HMC, da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande e da Prefeitura de Cuiabá.

À imprensa, a prefeita Flávia Moretti (PL) disse que o transformador que queimou já contava com previsão de troca, visto que o Pronto-Socorro passa por reforma. “Em 24 horas nós vamos trocar o transformador”.

A gestora disse que houve, sim, risco de uma enorme tragédia. "Poderia ter acontecido uma catastrofe no nosso município. Eu agradeço a Deus por só ter tido a necessidade de transferir os pacientes. [...] Foi uma força-tarefa na madrugada. A hora que eu cheguei aqui, pensei: 'Meu pai!'".

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