
O aumento da tarifa, que pode passar de R$ 3,10 para até R$ 3,80, deve ocorrer já no mês de fevereiro.
CELLY SILVA
DA REDAÇÃO
Uma manifestação em protesto contra o aumento da tarifa do transporte coletivo, em Cuiabá, deve ocorrer no fim da tarde desta terça-feira (26). A concentração está marcada para às 17h na Praça Alencastro, Centro da capital.
O ato é organizado por movimentos sociais e estudantis e teve toda sua mobilização feita através das redes sociais. Além de barrar o reajuste, os manifestantes visam garantir a qualidade do transporte e defender o direito do passe livre.
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O aumento da tarifa, que pode passar de R$ 3,10 para até R$ 3,80, deve ocorrer já no mês de fevereiro.
Em entrevista ao
, o presidente da Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá , Alexandre Bustamante, deixou claro que, por lei, o reajuste da tarifa não depende mais da sanção do prefeito Mauro Mendes (PSB) e sim da análise da Arsec.
As empresas de transporte coletivo urbano enviaram para a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec) as planilhas de custos que incidem sobre o preço da tarifa, que a princípio foi estipulada em R$ 3,60, mas com a suspenão da isenção do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)sobre o combustível para as empresas de transporte coletivo, o valor exigido passou a ser de R$ 3,80.
Na expectativa de reverter a decisão do governo sobre a isenção do ICMS, a Arsec publicou duas planilhas com os preços com e sem isenção. A votação da planilha será no dia 18 de fevereiro. Depois, haverá uma audiência pública para discutir o preço da passagem, mas ficará a cargo da direção da Arsec dar a sanção sobre o valor que será cobrado a partir do próximo mês nos ônibus urbanos de Cuiabá.








