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28 de Setembro de 2026

29 de Abril de 2024, 07h:51 - A | A

GERAL / CASO JOCA

Laudo aponta que cachorro pode ter morrido por excesso de calor

O animal deveria ter sido levado de São Paulo para Sinop, mas por um erro da Gol Linhas Aéreas ele foi parar em Fortaleza

Fantástico

Animal ainda com vida em aeroporto de Fortaleza

Animal ainda com vida em aeroporto de Fortaleza

DO REPÓRTERMT



A morte do golden retriver, o cão Joca, foi destaque no Fantástico deste domingo (28). O programa mostrou imagens do cachorro ainda vivo, em Fortaleza, antes de embarcar para o aeroporto de Guarulhos em São Paulo. O animal deveria ter ter embarcado para Sinop, mas por conta de um erro de logística da empresa Gol linhas aéreas, ele foi parar no Ceará. A suspeita é de Joca tenha tido uma parada cardiorrespiratória por conta do calor.

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Imagens obtidas pelo programa, mostram o animal em um aeroporto da Capital do Ceará. É possível ver Joca dentro de um carrinho de transporte a caminho de outro avião para voltar para São Paulo, onde seria entregue para o tutor.

O delegado Wilson Camelo, explica na reportagem que o cão ficou aproximadamente 40 minutos no aeroporto e a polícia busca identificar, se o animal foi retirado de dentro da caixa em algum momento.

A autoridade policial disse que já ouviu várias testemunhas e confirmou  que o cachorro ainda estava com vida quando foi colocado dentro do avião que seguiu para São Paulo.

João Fantazzini tutor do animal, usou suas redes sociais para lamentar a morte do cachorro de 5 anos. "O meu amor foi assassinado, minha melhor escolha, amor da minha vida. Você foi muito novo”, escreveu o tutor em um dos posts.

Calor excessivo

A suspeita é de Joca tenha tido uma parada cardiorrespiratória por conta do calor.

“Pelo fato de ter salivação no entorno, pode ser que houve ali realmente um caso de hipertermia, que é o calor excessivo. Mas a necrópsia vai conseguir elucidar isso”, diz a veterinária que deu o laudo.

Caixa com identificação errada

A caixa de transporte em que Joca foi colocado era da própria companhia aérea. O tutor do pet diz que pagou R$ 2.400 pelo transporte e que nem identificação correta tinha.

“Quando a caixa chegou com ele, viram que tinha etiquetas de outras cidades na caixa, para um cachorro de 13 quilos que não era do Joca. E essa etiqueta aqui, que é verde, está escrito “conteúdo Chiara”, estava em todos os lados da caixa. Então, eles não se atentam nem para saber o nome dele”, desabafa.

João relata que não tinha nenhuma etiqueta com o nome de Joca.

 

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