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Cuiabá, 18 de Julho de 2024
18 de Julho de 2024

29 de Setembro de 2017, 11h:03 - A | A

GERAL / COBRAVA R$ 300

Homem confessa exercer ilegalmente profissão de nutricionista em Cuiabá

Kenzio foi interrogado pelo delegado titular, Antonio Carlos de Araújo, confessou o crime e deu detalhes de como falsificou um diploma.

DA REDAÇÃO



Kenzio Dutra de Queiroz, de 27 anos, confessou em depoimento à Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon) que se passava por nutricionista nas redes sociais, vendendo seus serviços como se fosse graduado para a função. Ele é aluno do curso de Nutrição na Universidade de Cuiabá (Unic). Kenzio cobrava R$ 300 pela consulta ou de R$ 600 para acompanhamento nutricional pelo período de 6 meses.

Uma denúncia feita ao Conselho Regional de Nutricção de que o acusado estava exercendo ilegalmente a profissão, uma vez que ainda era acadêmico, motivou as investigações. Kenzio foi interrogado pelo delegado titular, Antonio Carlos de Araújo, confessou o crime e deu detalhes de como falsificou um diploma.

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Segundo o delegado titular da Decon, Kenzio é fisiculturista e usava o esporte como facilitador para contatar clientes dentro de academias e fazer a venda dos seus planos alimentares e de atendimento nutricional, além de divulgações dos serviços através de redes sociais da Internet.

“Como usava as redes sociais para divulgar o seu trabalho, o suspeito começou a receber vários questionamentos, se era realmente formado em nutrição e decidiu falsificar um diploma, através do diploma da sua irmã, que é formada pela mesma universidade. Usufruindo do logotipo, ele alterou os dados do documento, colocando o nome dele como se tivesse colado grau no curso de Nutrição no ano de 2016”, explicou o delegado.

Foi instaurado inquérito policial, em que o falso nutricionista responderá pelos crimes de exercício ilegal da profissão de nutricionista, falsificação de documento de certificado de conclusão de curso e uso de documento falso.

“Como não estava em situação de flagrante, Kenzio foi interrogado e responderá pelas condutas em inquérito. Ele confessou todos os crimes, discorrendo os motivos e citando outra pessoa, que será investigada a sua participação”, destacou Araújo.

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