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15 de Setembro de 2017, 17h:15 - A | A

GERAL / DETRAN

Greve deixa 50 mil sem atendimento em MT

Conforme apurou o RepórterMT, só há servidores trabalhando nos setores administrativos da autarquia. Greve completou 5 dias

RepórterMT

Cerca de 10 mil atendimentos ao dia ficaram impossibilitados por causa da greve.

Cerca de 10 mil atendimentos ao dia ficaram impossibilitados por causa da greve.

CAMILA PAULINO
DA REDAÇÃO



Cerca de 50 mil atendimentos ao cidadão deixaram de ocorrer nas 71 unidades do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), em todo o Estado, desde que os servidores da autarquia decretaram greve, na última segunda-feira (12).

A situação prejudica diretamente a contrinuintes como a advogada Graciele Ferreira, que comprou um carro zero quilômetro recentemente e ainda não conseguiu emplacar o veículo, antes que vença o prazo da nota, por causa da greve.

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“Para eu conseguir a isenção do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) eu tenho que emplacar meu carro em até 30 dias após a emissão da nota. Daqui a pouco vence meu prazo e aí sou eu quem fica no prejuízo”, desabafou a advogada.

Conforme apurou o , as unidades fazem geralmente cerca de 10 mil atendimentos diários.

À reportagem, a presidente do Sindicato dos Servidores do Detran (Sinetran/MT), Daiane Renner, disse que o efetivo mínimo de 30% de servidores em serviço está sendo mantido durante a greve, mas de acordo com a assessoria de imprensa da autarquia, os atendimentos ao públicos são impossibilitados porque só há servidores trabalhando nos setores de administração.

A categoria cruzou os braços em cobrança por reajsute salarial. A presidente do Sinetran diz que os servidores só voltam ao trabalho após sinalisação positiva do Governo do Estado.

Na quarta-feira (13), a Procuradoria Geral do Estado (PGE) já entrou com um pedido no Tribunal de Justiça, para pedir a ilegalidade da greve. 

Na última segunda-feira, o governador Pedro Taques (PSDB), declarou em entrevista ao programa de rádio Chamada Geral, que pode cortar o ponto dos grevistas caso a Justiça considere o movimento ilegal.

APGE está monitorando se os servidores estão cumprindo o mínimo estabelecido em lei e se quem está em estágio probatório partipa da greve, pois cerca de 200 profissionais foram convocados há quatro meses e não podem paralisar as atividades.

O Governo destacou que o reajuste à categoria representaria um impacto no valor de R$ 138,1 milhões no orçamento anual do Estado. 

O governador afirmou que a greve é uma ação política e não vai aceitar chantagem.

 

 

 

 

 

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Claison 16/09/2017

ISSO É UMA VERGONHA............................ ALÉM DE SER UMA TREMENDA FALTA DE RESPEITO, POIS QUEM PAGA O SALÁRIO DE VCES SOMOS NÓS CONTRIBUINTES..... MAS UM DIA ISSO VAI MUDAR.....

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alexandre 15/09/2017

O reajuste pra quem ganha 25 mil e 7 mil de verba indenizatória representa quanto de impacto ?

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2 comentários