CELLY SILVA
DA REDAÇÃO
Os delegados da Polícia Civil resolveram se reintegrar à greve geral deflagrada pelos servidores públicos estaduais nesta segunda-feira (13). A categoria havia suspendido a paralisação na segunda-feira passada (6), após a Justiça estadual decretar como ilegal o movimento dos servidores da Segurança Pública e estipular multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.
“Serviços essenciais que a gente considere de urgência e emergência. O que puder esperar a gente não vai fazer”, explicou o delegado Bassi.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia de Mato Grosso (Sindepo - MT), Wagner Bassi, a categoria já ingressou na Justiça com recurso contra a liminar que declarou a greve ilegal.
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Além disso, Bassi afirma que a categoria não concorda com a última proposta de pagamento da revisão geral anual (RGA) apresentada pelo governo, que condiciona 5,28% da revisão ao crescimento econômico do Estado. Os demais 6% seriam pagos em três parcelas entre setembro, dezembro e abril de 2017.
Para o sindicalista, a proposta “não é adequada porque não estabelece prazo”. A categoria exige que a revisão seja paga ainda neste ano, assim como todas as demais 28 categorias que estão paralisadas.
Com a retomada da greve, somente serviços emergenciais, como em caso de homicídios e prisões em flagrante serão atendidos pelos delegados. “Serviços essenciais que a gente considere de urgência e emergência. O que puder esperar a gente não vai fazer”, explicou o delegado.
Greve ilegal
A greve dos servidores da Segurança Pública foi declarada ilegal pelo desembargador Alberto Ferreira, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, no dia 3 de junho, acatando pedido feito pelo governo do Estado, que também continha multa diária de R$ 100 mil caso os servidores não retornassem aos postos de trabalho.
Das 11 categorias elencadas na liminar, quatro delas sequer chegaram a entrar em greve, como foi o caso dos policiais militares, dos bombeiros e dos papiloscopistas. A única categoria que resolveu suspender a greve por conta da liminar foi o Sindepo, que agora retoma a greve por tempo indeterminado.
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Gilston 13/06/2016
SUGESTÃO ao governo " pagar RGA em 6 vezes até Dezembro um valor muito pequeno de 1,88%, ao mês, e ao final de Dezembro 2016, soma-se 11,28%. Está sugestão não onera o Estado não. Mas, a questão é que Pedro Taques não quer caçar a SANDÁLIA da humildade. Já anos Ano que vem 2017, já vamos ter outro RGA, e ai nova briga com Pedro Taques. Atem quando vai ficar esta briga trabalhadores e governo hên!! o povo é que esta sofrendo com esta BIRRA do governo.O saudade do Silval Barbosa que soube fazer gestão publico e ainda fez 54 obras gigantesca em Cuiabá, diferente deste atual que não tem nada de humildade, só sabe mandar mandar mandar e mandar.
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